O tempo e a idade pesam sobre os ombros.
Tem dias que o brilho do Sol é mais intenso.
Os dias de primavera estão chegando ao fim, logo vem o solstício de Verão e os dias ficaram ainda maiores.
A distância de tudo vai deixando as marcas do passados despercebidas.
Olho para tudo com o ar de maresia, como tivesse uma nevoa persistente. Tudo meio turvo.
Com o tempo a dor fica como um ressentimento, um ranço, que incomoda para acordar, para agir..
O tempo é implacável para as rugas e para o silêncio.
Falo menos.
Não por falta de assunto, mas por falta de necessidade de falar sobre emoções e experiencias para quem só fala monossilabas e pouco entende.
Num abismo de silêncio e berros no peito.
Na solidão de um vida pouco expressiva, talvez nada vale muito apena.
Um sorvete
Uma tarde na praia
Um sorriso dado ao acaso - eu não me privo
De um teatro de fim de noite.
Uma olhada de bunda....
Nada mata mais que não ter com quem compartilhar as delicias de verão com quem vale apena.
Seu cão e seu gato.
As pessoas não valem muito.
Elas são o seu espelho, torto e convicto.
Não lhe darão mais que você da de si mesmo para si,
porém podem ser uma casca sem conteúdo algum.
Não espero nada mais das pessoas, elas esperam que sejamos iguais a elas como um modelo de pura perfeição, quem são?
Nesta desconfiança e no medo eterno de perder o que já não tenho
Perco as fracas oportunidades de conhecer gente nova. Me fecho.
E continuo observando as pessoas em completa descrença de que são boas... ou más para se divertir com o choro alheio.
Agora, ali nas tarde de Verão todos vão querer aparecer
Serão baratas
Serão bifes à milanesa
Serão corpos suados e vermelhos
Serão nada além de carne em busca de carne.
Ainda faço a minha autofagia - deve ser bom.
Enquanto isso curtam os fins dos dias de primavera e a contagem do natal e ano novo, corpos, compras e todo deleite de exposição para não expor nada.
Não somos Arte - nem em museu e nem em casa.
Contos, Fatos e Histórias de quem as escreve. Imagens do dia-a-dia. Relatos sobre o mundo hoje. Um pouco de tudo.
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domingo, 10 de dezembro de 2017
Tarde de Verão, ainda na Primavera.
sexta-feira, 17 de março de 2017
FINITO -a dor de saber que só tem hoje
Tem dias que vivemos uma tristeza profunda e vemos passar por nossos olhos olhos os sonhos que não realizamos.
Todos dias tem sido muito claros neste último verao; bastante quente e seco. O verão logo chegará ao fim está semana, para o meu alívio.
A tristeza que já me acompanha desde do ano anterior, tem estado maior que antes. Nem a esperança de começar algo novo tem me animado.
As dores de cabeça por vezes cessam, mas este mês foi pior dos últimos 3 meses. O que trás transtorno, mas também confirmação a minha incapacidade produtiva.
Vivemos um tempo de incertezas profundas e que os direitos tem cada vez sendo para poucos e os endinheirados tem mais direito e poderes que a maioria da população. Estamos sendo humilhados.
Nada pra me orgulhar.
Nada há se realizar.
Nada há conquistar.
No meio do vazio um zumbido de abelha lembrando a nossa finitude. Somos finitos em nós.
Todos dias tem sido muito claros neste último verao; bastante quente e seco. O verão logo chegará ao fim está semana, para o meu alívio.
A tristeza que já me acompanha desde do ano anterior, tem estado maior que antes. Nem a esperança de começar algo novo tem me animado.
As dores de cabeça por vezes cessam, mas este mês foi pior dos últimos 3 meses. O que trás transtorno, mas também confirmação a minha incapacidade produtiva.
Vivemos um tempo de incertezas profundas e que os direitos tem cada vez sendo para poucos e os endinheirados tem mais direito e poderes que a maioria da população. Estamos sendo humilhados.
Nada pra me orgulhar.
Nada há se realizar.
Nada há conquistar.
No meio do vazio um zumbido de abelha lembrando a nossa finitude. Somos finitos em nós.
FINITOS.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Deus e o Diabo na Terra do Sol
Glauber Rocha foi primoroso na sua obra cinematográfica e na música da obra.
Quem dera ser um desse personagens ... Satanás, São Sebastião, Antonio das Mortes e Corisco.
Tem gente que se diz Santo e quem se diz o Diabo. Mas daí vem o anjo da morte e não diz quem é bem e mal.
Gosto de Corisco.
Perseguição - Sertão Vai Virar Mar
Sérgio Ricardo
Compositor: Glauber Rocha E Sérgio Ricardo
Se entrega, Corisco!
Eu não me entrego não!
Eu não sou passarinho
Pra viver lá na prisão!
Se entrega, Corisco!
Eu não me entrego não!
Não me entrego ao tenente,
Não me entrego ao capitão,
Eu me entrego só na morte,
De parabelo na mão!
Mais forte são os poderes do povo!
Farreia, farreia, povo,
Farreia até o sol raiar
Mataram Corisco,
Balearam Dadá.
O Sertão vai virar mar,
E o mar vai virar sertão!
Tá contada a minha estória,
Verdade, imaginação.
Espero que o sinhô tenha tirado uma lição:
Que assim mal dividido
Esse mundo anda errado,
Que a terra é do homem,
Não é de Deus nem do Diabo!
Quem dera ser um desse personagens ... Satanás, São Sebastião, Antonio das Mortes e Corisco.
Tem gente que se diz Santo e quem se diz o Diabo. Mas daí vem o anjo da morte e não diz quem é bem e mal.
Gosto de Corisco.
Perseguição - Sertão Vai Virar Mar
Sérgio Ricardo
Compositor: Glauber Rocha E Sérgio Ricardo
Se entrega, Corisco!
Eu não me entrego não!
Eu não sou passarinho
Pra viver lá na prisão!
Se entrega, Corisco!
Eu não me entrego não!
Não me entrego ao tenente,
Não me entrego ao capitão,
Eu me entrego só na morte,
De parabelo na mão!
Mais forte são os poderes do povo!
Farreia, farreia, povo,
Farreia até o sol raiar
Mataram Corisco,
Balearam Dadá.
O Sertão vai virar mar,
E o mar vai virar sertão!
Tá contada a minha estória,
Verdade, imaginação.
Espero que o sinhô tenha tirado uma lição:
Que assim mal dividido
Esse mundo anda errado,
Que a terra é do homem,
Não é de Deus nem do Diabo!
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
CURTO
CurtoCurta
Encurto
Num curto circuito
Energia se embate
Gerando vida
Na curta vida
Se curte adoidado
Encurtando a saída
Na saída da boate
ainda curtindo a bebida
uma tequila equilibrada na saliva
encurta a dor e a sorte
de um amor sem cor.
Na cor do sol nascente
Curte-se
toda a energia quente
pulsante
Trazendo um alargar de sorrisos ardentes
Curtindo a pele queimar com sal e areia
O dia finda
encurtado no inverno
audacioso no verão
Curte-se a vida
não a encurtando
em cercando de curtoscircuitos
em causando choques em contra mão
mas vivendo-a em intensidade de curtos segundos intensos tenso felizes
em curtas doses de paixão e altas doses de amor
alongando as curvas todas a cada manhã
curtindo o estar vivo.....
sábado, 21 de novembro de 2015
No fim de tudo
Há tempos sem escrever neste espaço, mais por falta de tempo do que de pauta.
Nestes dias de primavera, o calor tem sido de verão e as noticias dos fim dos tempos.
Uma onda de terror abala a Europa, em plena Paris.
Aqui ao lado, em Mariana, cidade histórica cheia de recantos, uma avalanche de detritos minerais invadiu a cidade; a represa de drenagem da mineração se rompeu, devastando um dos principais rios da região sudeste - o Rio Doce - um crime ambiental que não tem reparo para mais de 14 cidades que vivem a margem do rio e dele tiravam sustento e abastecia as cidades. Estrago que talvez em 30 anos consiga ser minimizado, mas não consertado.
O ano não acabou, os sonhos ainda precisam ser refeitos e conquistas realizadas.
O Estado do Rio está em eminencia de falência financeira.
O assunto do ano foi a inflação e crise econômica - agora ela deu as caras - o natal ja chegou antes mesmo de começarmos a pensar nele.
O simbolo do Natal do Rio também sofreu um choque, antes de estar pronta a arvore da Lagoa se entortou com o vento da semana....
Entre tanta tragedias, no cinema estreou Chatô - o rei do Brasil, depois de 10 anos de delongas para sua conclusão e divulgação. Como Chatô o filme tem um ar de obra de arte como uma construção de um ser amado e odiado, faz da comunicação sua principal ferramenta de acordo com os seus interesses, onde a influencia vale tanto quanto o dinheiro.
A cidade ainda vagueia sobre seu aniversário, muito deslumbrando uma sombra odiosa do Pereira Passos.
Entre um vão e outro os trilhos do VLT vem surgindo nas ruas do centro da cidade, reconstruindo ou reconduzindo as vias de acesso. O ressurgimento da Praça Mauá como área de lazer e de encontro, tem ficado bonita todos os dias. Logo volto a ver a Av. Central de mar a mar, esquecemos os contornos dos sacos e enseadas - aterrados de sombras, escombros e deslizes.
No fim sempre teremos um recomeço, mesmo que esse não seja como esperamos.
Daqui a mais uns dias um novo ano inicia-se e tudo que foi prometido será prometido novamente; um novo ciclo do sol sobre tempo escaldante.
Nestes dias de primavera, o calor tem sido de verão e as noticias dos fim dos tempos.
Uma onda de terror abala a Europa, em plena Paris.
Aqui ao lado, em Mariana, cidade histórica cheia de recantos, uma avalanche de detritos minerais invadiu a cidade; a represa de drenagem da mineração se rompeu, devastando um dos principais rios da região sudeste - o Rio Doce - um crime ambiental que não tem reparo para mais de 14 cidades que vivem a margem do rio e dele tiravam sustento e abastecia as cidades. Estrago que talvez em 30 anos consiga ser minimizado, mas não consertado.
O ano não acabou, os sonhos ainda precisam ser refeitos e conquistas realizadas.
O Estado do Rio está em eminencia de falência financeira.
O assunto do ano foi a inflação e crise econômica - agora ela deu as caras - o natal ja chegou antes mesmo de começarmos a pensar nele.
O simbolo do Natal do Rio também sofreu um choque, antes de estar pronta a arvore da Lagoa se entortou com o vento da semana....
Entre tanta tragedias, no cinema estreou Chatô - o rei do Brasil, depois de 10 anos de delongas para sua conclusão e divulgação. Como Chatô o filme tem um ar de obra de arte como uma construção de um ser amado e odiado, faz da comunicação sua principal ferramenta de acordo com os seus interesses, onde a influencia vale tanto quanto o dinheiro.
A cidade ainda vagueia sobre seu aniversário, muito deslumbrando uma sombra odiosa do Pereira Passos.
Entre um vão e outro os trilhos do VLT vem surgindo nas ruas do centro da cidade, reconstruindo ou reconduzindo as vias de acesso. O ressurgimento da Praça Mauá como área de lazer e de encontro, tem ficado bonita todos os dias. Logo volto a ver a Av. Central de mar a mar, esquecemos os contornos dos sacos e enseadas - aterrados de sombras, escombros e deslizes.
No fim sempre teremos um recomeço, mesmo que esse não seja como esperamos.
Daqui a mais uns dias um novo ano inicia-se e tudo que foi prometido será prometido novamente; um novo ciclo do sol sobre tempo escaldante.
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domingo, 1 de março de 2015
450 anos Cidade Maravilhosa
É aniversario da Cidade maravilhosa!
Não é todo dia que se comemora 450 anos.
Mas bem que esses 450 anos poderiam ser bem melhor comemorado...
Fato que a cidade tem 2 datas de aniversário o que faz qualquer um meio doido...
Tem gente que acha que o dia é 20 de janeiro - dia do Padroeiro da cidade - dia de São Sebastião. Que de fato é uma data importante para cidade.
E a data de 1 de março dia da fundação da cidade por Estácio de Sá.
A cidade anda em polvorosa. O transito caótico. Obras para todos os lados.
As conversas falam da falta d'água e da provável falta de energia.
A cidade cresce em ritmo de bateria de escola de samba.
E antes que acabe em pizza todo o carnaval..
E melhor que termine mesmo com pasteis e cerveja gelada.
Entre um compasso e outro, a cidade anda na corda bamba da sua redescoberta constante.
Ela transpira o tempo presente de forma alucinante.
Que ela aguente essa tranqueira para no futuro alguém contar mais 450 anos de história.
Não é todo dia que se comemora 450 anos.
Mas bem que esses 450 anos poderiam ser bem melhor comemorado...
Fato que a cidade tem 2 datas de aniversário o que faz qualquer um meio doido...
Tem gente que acha que o dia é 20 de janeiro - dia do Padroeiro da cidade - dia de São Sebastião. Que de fato é uma data importante para cidade.
E a data de 1 de março dia da fundação da cidade por Estácio de Sá.
A cidade anda em polvorosa. O transito caótico. Obras para todos os lados.
As conversas falam da falta d'água e da provável falta de energia.
A cidade cresce em ritmo de bateria de escola de samba.
E antes que acabe em pizza todo o carnaval..
E melhor que termine mesmo com pasteis e cerveja gelada.
Entre um compasso e outro, a cidade anda na corda bamba da sua redescoberta constante.
Ela transpira o tempo presente de forma alucinante.
Que ela aguente essa tranqueira para no futuro alguém contar mais 450 anos de história.
sábado, 22 de março de 2014
O Rio de Janeiro em Ponte Suspensa
Lá se foi o carnaval e o verão....
O tempo foi longo de ausências.
O tempo foi longo de ausências.
O Carnaval foi dos Garis - com a greve em pleno carnaval, o lixo foi a melhor fantasia que a cidade vestiu nos últimos anos de folia, pois se outros anos a desculpa era do banheiro químico, este ano a coisa degringolou de vez. Nada contra ninguém, mas fora a sujeira enorme que se acumulou este ano teve muito mijão. A cidade ficou perfumada sem lança perfume.
E o verão? Este foi como o carioca gosta com muito sol e calor; mas com um calor de deserto, pois os termômetros de rua chegaram a marcar 50ºC. Para refrescar só com muita água, e como sempre em muitos bairros nem chegava ... Foi o verão dos ar-condicionados e ventiladores e muita pouca chuva. Só vi chuva mesmo uns 7 dias no verão todo e espalhado.
E enfim o outono - ainda com cara de verão....
No meio disso tudo a cidade vive um turbilhão de obras.
Obras aqui, obras ali e acolá. Fecharam o mergulhão Praça XV e fecharam de vez a perimetral. Abriram a Via Binário. Inverteram mãos de ruas do Centro pra escoar o transito e fizeram uma volta ao passado com a volta da mão dupla da Av. Rio Branco.
A construção da Transcarioca segue de vento em polpa e logo um nova ponte estaiada surge no horizonte da cidade.
Aja obra e paciência do carioca para se locomover - o transporte público passou por dias caóticos com trens parados e metrô também.... quase todos os dias se escuta um problema novo e nenhuma solução ou resposta aos problemas são dados....
A especulação imobiliária segue firme e forte, com placas de vende em quase todos os condomínios, de forma alucinada. Não me lembro em outro tempo ter tantos imoveis a venda, só na minha rua são 7.
Tenho a sensação que cidade flutua sobre o caos e se deslumbra com a sua hiper-valorização.
Fato que os valores cobrados pela cidade neste verão estava caro demais até para os turistas. Muitos reclamaram e continuam reclamando. Antes era Brasilia, agora é Rio de Janeiro, estamos mais caros que todos...
Entre preços altos e obras megalomânicas há o discurso que é para melhorar a cidade. O prefeito atual sente-se inspirado no prefeito das Luzes - Pereira Passos, para revitalização da Zona Portuária e uma nova vista da cidade pela Praça XV e a Mauá; no contra-senso de demolição da via Perimetral e da construção de tuneis para escoamento do transito e a permissão de altos investimentos imobiliários.
Para outra ponta da cidade surgem as pontes estaiadas - como marco de embelezamento arquitetônico - encobrindo parte da paisagem dos morros cariocas.
A cidade está suspensa como as pontes estaiadas - sustentada por cabos finos estruturas suspensas em grandes vão que não servem para nada. A necessidade destas estruturas podem ser questionadas, pois muitas compartilham ao seu lado ponte e viadutos suspensos por blocos de concreto - sem nada interferindo a beleza natural da paisagem...
Acho que retrocedemos... na arquitetura e na maneira de planejar a cidade.
Estamos em suspensão... intransitáveis e sem vista natural.
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Chuvas de verão e expansão urbana
Politica ambiental para os dias de chuva.
Prática ambiental para os dias de sol, chuva, nublado, frio ou quente.
Ações ambientais para o melhor uso do solo urbano.
Mas oque de fato temos?
Quase nada. Ações isoladas e políticas para evitar jogar lixo no chão e nos rios...
E mais nada...
Sempre chove muito um pouco antes do verão e chove sempre muito durante o verão.
Aqui no Rio de Janeiro, talvez janeiro chova menos que fevereiro e março, mas no verão não tem como fugir das características da estação. Fato que no inverno chove mas não tão intensamente que no verão.
Aqui no RJ as chuvas sempre são sinônimo de problemas e tristeza para os cariocas... que ficam contando com os dias de sol para ir a praia.
Verão as praias ficam cheias; o calor chega aos 43°c, as ruas ficam repleta de gente suando.
Quando a chuva de verão chega ao mesmo tempo que refresca traz alerta ao barraco, ao motorista e ao trabalhador.... logo a cidade vai parar....
Quem acha que isso é algo recente se engana. O problema é antigo, quase desde do tempo do império de D.João, que a cidade quase fica submersa....
Fato que arrasar morros melhorou um pouco a circulação dentro dos limites da área do centro urbano, aterrar lagoas e pântanos também permitiu sua ampliação, contudo em pouco contribuiu para o escoamento das águas das chuvas. Para completar retificamos rios e também canalizamos uns tantos outros que quando chove também buscam suas margens originais e transbordam até onde eram sua margem de transbordamento que muito ja esta urbanizada com ocupada por residencias onde deveria ser área de preservação do rio.
Aterrar é mais fácil.
Retificar é mais fácil.
Expandir onde não há gente é mais fácil.
Não planejar a cidade é mais fácil.
Especular o solo urbano é mais fácil.
Do que pensar e agir de forma ambiental, onde a cidade seria um sistema orgânico melhor para todos.
Ocupar encostas com regularização e estrutura urbana de fato.
Preservar nascentes e margens dos rios.
Melhor o sistema de drenagem da chuva e de esgoto.
Mas como isso tem sido difícil, não reclame da chuva e nem da enchente, pense onde vc mora e pense como morar de forma integrada com o meio ambiental é algo a ser requerido e não apenas sonegado.
Prática ambiental para os dias de sol, chuva, nublado, frio ou quente.
Ações ambientais para o melhor uso do solo urbano.
Mas oque de fato temos?
Quase nada. Ações isoladas e políticas para evitar jogar lixo no chão e nos rios...
E mais nada...
Sempre chove muito um pouco antes do verão e chove sempre muito durante o verão.
Aqui no Rio de Janeiro, talvez janeiro chova menos que fevereiro e março, mas no verão não tem como fugir das características da estação. Fato que no inverno chove mas não tão intensamente que no verão.
Aqui no RJ as chuvas sempre são sinônimo de problemas e tristeza para os cariocas... que ficam contando com os dias de sol para ir a praia.
Verão as praias ficam cheias; o calor chega aos 43°c, as ruas ficam repleta de gente suando.
Quando a chuva de verão chega ao mesmo tempo que refresca traz alerta ao barraco, ao motorista e ao trabalhador.... logo a cidade vai parar....
Quem acha que isso é algo recente se engana. O problema é antigo, quase desde do tempo do império de D.João, que a cidade quase fica submersa....
Fato que arrasar morros melhorou um pouco a circulação dentro dos limites da área do centro urbano, aterrar lagoas e pântanos também permitiu sua ampliação, contudo em pouco contribuiu para o escoamento das águas das chuvas. Para completar retificamos rios e também canalizamos uns tantos outros que quando chove também buscam suas margens originais e transbordam até onde eram sua margem de transbordamento que muito ja esta urbanizada com ocupada por residencias onde deveria ser área de preservação do rio.
Aterrar é mais fácil.
Retificar é mais fácil.
Expandir onde não há gente é mais fácil.
Não planejar a cidade é mais fácil.
Especular o solo urbano é mais fácil.
Do que pensar e agir de forma ambiental, onde a cidade seria um sistema orgânico melhor para todos.
Ocupar encostas com regularização e estrutura urbana de fato.
Preservar nascentes e margens dos rios.
Melhor o sistema de drenagem da chuva e de esgoto.
Mas como isso tem sido difícil, não reclame da chuva e nem da enchente, pense onde vc mora e pense como morar de forma integrada com o meio ambiental é algo a ser requerido e não apenas sonegado.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Enfim o ano pode começar!
Este fim de semana marca o fim do horário de verão, e logo consigo o período de festas prolongada.
Marca também o início do ano letivo, assim como ano comercial ativo.
Sempre temos a impressão que o ano só começa de verdade depois do carnaval.
Eu já falei disso aqui.
Assim como mal o carnaval acaba, as lojas já estão se organizando para a pascoa.
O ano definitivamente começa nesta segunda feira dia 18 de fevereiro. Sem horário de verão, com o verão escaldante no Rio de Janeiro.
Manda a Sandra Annenberg morar de vez no Rio de Janeiro para ela para de reclamar do tempo paulistano, mas manda ela vir no verão e trabalhar no dias de calor a pino. Talvez ela goste mais. Já que em São Paulo o clima é mais ameno e chuvoso.
Carioca gosta deste calor - lota as praias - se queimam de esturricar na areia, acham lindo o bronzeado queimado e aproveitam o sol até o ultimo momento.
Acho que estou meio fora deste padrão....
Marca também o início do ano letivo, assim como ano comercial ativo.
Sempre temos a impressão que o ano só começa de verdade depois do carnaval.
Eu já falei disso aqui.
Assim como mal o carnaval acaba, as lojas já estão se organizando para a pascoa.
Podeira dizer que ano começa com o reveillon, onde todos correm pra comprar roupas brancas. Depois as contas das férias, seguida com a lista de voltas as aulas. Agarrado a isso tudo o carnaval, com a venda de fantasias e adereços.
Nem dá pra respirar. Entramos numa onda consumista uma atras da outra, sem muito observar.O ano definitivamente começa nesta segunda feira dia 18 de fevereiro. Sem horário de verão, com o verão escaldante no Rio de Janeiro.
Manda a Sandra Annenberg morar de vez no Rio de Janeiro para ela para de reclamar do tempo paulistano, mas manda ela vir no verão e trabalhar no dias de calor a pino. Talvez ela goste mais. Já que em São Paulo o clima é mais ameno e chuvoso.
Carioca gosta deste calor - lota as praias - se queimam de esturricar na areia, acham lindo o bronzeado queimado e aproveitam o sol até o ultimo momento.
Acho que estou meio fora deste padrão....
Sabe, o ano comercial começa e todas as rotinas voltam, como transito, a praia cheia, as criança nas escolas, o comercio e suas benditas datas (imagina se dia de São Valetin iria fazer sucesso no Brasil, em pleno carnaval? Tá todo mundo se azarando, ninguém quer nada sério, ainda bem que inventaram outra data!), a volta das férias, a volta ao trabalho, a rotina semanal, o fim do período de cursos rápidos. Enfim o verão chegou de fato e o ano também.
Divirtam-se!sábado, 22 de dezembro de 2012
Solstício de Verão
E ontem, junto com a noticia do fim do mundo, chegou o verão. Tão aguardado, amado, odiado, adorado, ansiado e temido.
Sim, o verão.
Ontem o dia teve 13 horas de luz, mas hoje, até as 19:40 ainda dava para perceber a luz do sol entrando pela janela do meu quarto.
Está anoitecendo bem mais tarde. Com o horário de verão atuando isso parece que fica mais evidente, junto com o aumento do consumo do ar condicionado.
É VERÃO!
Junto em seguida Natal e Ano Novo.
Essas datas fincada junto do verão .... soam estranho. As duas datas estão de fato relacionadas a outro solstício, o de inverno. Datas que foram criadas dentro de calendários pagãos nórdicos, recolocados dentro do calendário religioso católico e brilhantemente incorporados pelo mercado capitalista consumidor compulsivo de produzir produtos para datas de época, já que desde sempre cada época tinha um produto que o simbolizava, contudo como simbolizar um solstício de inverno em pleno verão?
O fato que essa equação não será resolvida tão cedo enquanto compramos pinheiros natalinos, papais noeis, peru, tender e castanhas - tudo muito ligado ao clima frio do inverno.
Se essas datas fosse comemoradas no verão nórdico.... aveia, centeio, pães e cerveja seria parte da ceia de natal. A carne talvez não houvesse, ou talvez seria peixe fresco tal como na pascoa.... mas quem sou eu pra criticar?
Só estou apontando um novo cardápio mais verão e menos inverno para ceia.
O Verão combina de verdade com a praia, sorvete, água de coco, sucos de fruta, vitaminas, saladas frescas, saladas de frutas e coisas geladas ... alguém dúvida?
Bom Natal e que as Bençãos do Senhor nos encha de fé, esperança e alegria. Para que tenhamos um verão menos temido e mais amado, que seja menos quente e mais ameno, com chuva regradas e menos enchentes.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
SAARA - Rio de Janeiro em Dezembro
Já se foi quase o ano inteiro...
E quase tudo que se foi pretendido foi desperdiçado.
Ou conquistado.
Programa carioca de dezembro é bater perna no SAARA. E antes que você me pergunte o que é, ou pense que um deserto, aviso se São Paulo tem a 25 de março, o Rio tem o SAARA, Sociedade de Amigos da Rua da alfandega, que agrega as ruas da Alfandega, Buenos Aires, Senhor dos Passos, Regente Feijó, Conceição, Gonçalves Ledo e mais algumas ruas.
Não tem como. Essas ruas virão o fervo. Tem de quase um tudo ali.
Normalmente nesta época do ano não tem como fugir do SAARA, com o calor do Rio de Janeiro e a multidão fica um calor dobrado, mas é ótimo de fazer negócios; desde que não seja com a turma do chineses que invadiram boa parte do comercio destas vias e são difíceis de negociar, em comparação ao árabes e judeus que dominaram durantes anos o comercio local.
O SAARA vira point graças a variedade de coisas, pela quantidade de produtos de época que ficam em voga neste período, natal, ano novo... É tudo motivo para gastar mais.
E eu não fugi a regra.
Fui eu ao SAARA, alimentar a minha sede de consumo. E realizar o desejo de alguém.
Se no deserto do Saara o calor é escaldante, esses dias de fim de primavera e inicio de verão, o calor carioca escalda a pele e não dá refresco durante a noite.
E assim vamos vivendo os amores de verão sobre o calor.... que tantos amam.
E quase tudo que se foi pretendido foi desperdiçado.
Ou conquistado.
Programa carioca de dezembro é bater perna no SAARA. E antes que você me pergunte o que é, ou pense que um deserto, aviso se São Paulo tem a 25 de março, o Rio tem o SAARA, Sociedade de Amigos da Rua da alfandega, que agrega as ruas da Alfandega, Buenos Aires, Senhor dos Passos, Regente Feijó, Conceição, Gonçalves Ledo e mais algumas ruas.
Não tem como. Essas ruas virão o fervo. Tem de quase um tudo ali.
Normalmente nesta época do ano não tem como fugir do SAARA, com o calor do Rio de Janeiro e a multidão fica um calor dobrado, mas é ótimo de fazer negócios; desde que não seja com a turma do chineses que invadiram boa parte do comercio destas vias e são difíceis de negociar, em comparação ao árabes e judeus que dominaram durantes anos o comercio local.
O SAARA vira point graças a variedade de coisas, pela quantidade de produtos de época que ficam em voga neste período, natal, ano novo... É tudo motivo para gastar mais.
E eu não fugi a regra.
Fui eu ao SAARA, alimentar a minha sede de consumo. E realizar o desejo de alguém.
Se no deserto do Saara o calor é escaldante, esses dias de fim de primavera e inicio de verão, o calor carioca escalda a pele e não dá refresco durante a noite.
E assim vamos vivendo os amores de verão sobre o calor.... que tantos amam.
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