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sábado, 6 de agosto de 2011

Cidades artificiais

Lembro que quando postei o texto sobre a Barra da Tijuca sofri varias retalhações sobre a questão da cidade de plastico sem continuidade com o restante da cidade. Fato hoje a Barra cresceu imensamente em direção ao Recreio e a Pedra de Guaratiba. Quem se lembra destes bairros no cenário carioca há 20 anos atras? Sabe muito bem quanto tudo mudou - quantos são os inúmeros condomínios de luxo que afastam as belezas naturais do lugar e por conseguinte também a destrói.  
Atualizando esta discussão o Blog Veneza - revista de arquitetura, traz um texto sobre a Cidade Jardim - que assim como foi construído em São Paulo também esta sendo erguida na Barra da Tijuca com os mesmos padrões e moldes - com a mesma ideia de cidade artificial idealizada para uma classe emergente que perdeu o seu direito a cidade (?).
Segue o link:
http://revistaveneza.wordpress.com/2011/08/01/muito-alem-do-estilo/

E ai vocês defensores deste modelo segregatório, permitindo uma cidade pra lá multipartida, para onde as avenidas são pista de corrida.....

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Anonimo não é amigo!

Olá pessoal!

Antes de mais nada desculpas pela moderação dos comentários, mas recebi um esta semana que me deixou tão triste, quanto ao do Sr. Albano, a diferença que a pessoa diz que é minha amiga, ok!
Amiga ou não, tenho direito de resposta e vou dividir isso aqui de forma bastante democrática.
Todos têm uma opinião sobre diversos assuntos e temos o direito de expressa-los, porém ninguém tem direito de obrigar ninguém a concordar com a mesma opinião.
Muitos têm opinião diferente da minha sobre a ocupação da Barra da Tijuca e Recreio. Acho errada a ocupação destes bairros, mas como ela já existe acredito que possa haver meios que melhore a ocupação e o planejamento urbano dos bairros, porém não acredito que isso ocorra tão cedo.

Vamos ao comentário:

A parte em vermelho a minha resposta!

Ester,

Você se expõe demais no seu blog. Me parece que você não têm idéia do alcance da internet. Por exemplo: nós nos conhecemos porém estamos afastadas. O que uma coisa tem haver com a outra?
Será mesmo que não tenho idéia do alcance da internet?
O que faz alguém pensar, que no momento que se cria um blog ou entra numa rede social que não está expondo sua vida ou no mínimo sua curiosidade?
Tenho conhecimento do alcance da internet e também das coisas que publico, através do analitics, sei quantas pessoas visitam meu blog por dia e que paginas visitaram e o tempo que permaneceram nelas....
Quanto ao seu artigo da Barra da Tijuca só me resta falar que é uma pena. Você demonstra em seu texto que não conhece o bairro a fundo. Muito pelo contrário, conhece pouco. Provavelmente nunca entrou nos condomínios que você chama de bolhas.
Será mesmo que preciso entrar num condomínio pra conhecer um? Sobre a Barra da Tijuca eu já li bastante, além do jornal do próprio bairro, li matérias de livros e textos mais específicos sobre auto segregação e desenvolvimento urbano sustentável.
Qual é o seu bairro dos sonhos (para morar)?
Revele, estou curiosa!!!
Infelizmente ele não existe. Ele é utópico, porém se ele existisse como sonho ele seria um bairro planejado sim, contudo de forma sustentável, onde o poder público chega antes do poder da imobiliárias, que seja projetado para sua ampliação, que a pessoas usassem só transportes públicos sobre trilhos ou como o magleve (ou bondes) e que este fosse totalemente integrado a cidade num conjunto urbano.
Sei sobre o que falo e sei como funciona alguns condomínios da Barra.
Eu morava na zona Norte assim como você, estudei MUITO e trabalho MUITO e com isto conquistei o meu objetivo de mudar para o local que EU acho mais aprazível que é a Barra.
A Barra tem comunidades em seu entorno como: Rio das Pedras (Jacarepaguá), Terreirão (Recreio) e daí? Algum problema contra comunidades?? Transporte e favelas é um problema do Rio de Janeiro, da cidade que a Barra faz parte. Aliás, passo em frente as obras do metrô da Barra diariamente. Engraçado isso né, só agora o metro ta chegando a Barra, porem ainda não tem previsão em fazer integração com o restante da Zona Oeste, que mais abastece o bairro de mão-de-obra. Poluição também é crônico no Rio vide a Lagoa e outras praias da zona sul que também sofrem com esgoto. O que eu posso lhe passar de informação para que não se fale bobagem, é que os condomínios que costeiam o canal de Marapendi devem por lei ter estações de esgoto próprias. Sim por lei devem ter , porem, a lei pra alguns condomínios veio depois de sua construção, fazendo que estes mandem seu esgoto in natura direto pra lagoa. Se vc consegui provar do contrario tenho como tirar o chapéu. Até o presente momento sei que quando escrevi o texto não havia uma estação de tratamento de esgoto na Barra – hj ela existe, porém não sei avaliar se ela dará conta da expansão urbana da Barra... E se você lesse o jornal de bairro da Barra saberia o quanto que os moradores estão pressionando o poder público e saberia também das iniciativas próprias. Tenho idéia quanto os moradores querem hj que o poder público resolva este problema, porem quando esta área foi projeta pra servi de bairro pra cidade esta obra deveria ser das imobiliárias da época, este motivo também fez parte do impasse da construção do emissário submarino da Barra. Se vc não conhece a historia do seu bairro deveria conhece-la, pois pra mim a Barra deveria junto como Recreio continuar como reserva ambiental da mata atlântica costeira, pois como o seu jornal já reclamou dos jacarés e pediu pra prefeitura retira-los ou até “mata-los”.... será que isto é certo?

Obs: Não se deve falar sobre aquilo que não se conhece. Tenho só falado sobre aquilo que conheço, bem de perto!
Obs 2: Tente não se expor tanto. Você acha realmente necessário colocar as suas fotos no blog? Fotos de viagens pessoais? Exponho as fotos que acho que devo e comento o que acho legal da minha vida.

Beijos, uma amiga.

Desculpa, anônima, não es minha amiga, pois se fosse saberia muito bem o que estudo, o que leio e que não mudo de opinião desta forma simplória. Depois vc teria pelo menos a gentileza de colocar seu nome antes de afirmar que não conheço  sobre o que estou escrevendo.
A cidade que eu sonho talvez não exista mesmo, porém ainda podemos melhorar a nossa, cuidando, preservando, pensando coletivamente e não exclusivamente em nós mesmos. A Barra da Tijuca é um bairro lindo na beira da praia, do alto dos condomínios, contudo, o projeto que a deixaria o seu “ar bucólico” preservado foi pro lixo e cada vez mais tentando se segregar do resto da cidade.

Eu vou pra Pasárgada!

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Resposta ao comentario do Sr. Albano.

Olá Senhores Leitores!

Sei que nem todos gostam das minhas opiniões e das minhas idéias, não tenho objetivo de agradar a todos, porém não acho que isso seja motivo para xingar ou ofender alguém por ter uma idéia diferente da sua.
A quase a 1 ano atrás escrevi um texto, que pelo jeito virou polemico, mesmo sem eu saber, pelo fato de ter uma visão ruim do novíssimo bairro da cidade Maravilhosa. Para todos: AMO A MINHA CIDADE!!!!!!!! Com todos os seus defeitos e acertos; ela é uma cidade incrível, excelente objeto de estudo e pesquisa, tem elementos peculiares sociais, históricos e geomorfólogicos únicos para um país continental.
O Bairro da Barra da Tijuca é fruto de projeto arquitetônico urbanístico do arquiteto Lucio Costa na década de 50, baseado nos padrões modernistas da época – pilotis, vias largas, grandes prédios, auto vias para o novo meio de transporte “popular” o carro, médios núcleos de circulação, sem esquinas – tudo altamente planejado – isso era o novo sonho de uma cidade planejada para uma pretensiosa capital que logo deixou de ser e virou alvo da especulação imobiliária.
Porém isso ainda levou duas décadas para ocorrer – somente nos anos 1970 a Barra da Tijuca ganha seus primeiro imensos condomínios de luxo sem rede de esgoto, transporte, iluminação pública em todas vias de acesso, nem rede pública de saúde e com uma escola pública do primeiro segmento dentro dos limítrofes do novo empreendimento imobiliário – chamado Novo Leblon. (Por favor se equivocar com o nome do condomínio me corrijam –não guardo tudo!).
Os condomínios e empreendimentos comerciais vieram ao longo destas ultimas três décadas, juntos com as pequenas ocupações irregulares e as grandes também. Contaram pra mim a historia da ocupação de Rio das Pedras – que uma favela que se encontra nos limítrofe dos bairros de Jacarepaguá e Barra da Tijuca – hoje uma “favela-bairro” – que tem maior parte de sua população oriunda de imigrantes nordestinos e mantém um processo vertical de favelização e apoio de milícias para manutenção da ordem, as primeiras casas foram erguidas pelos operários que ajudaram abrir as vias largas e posteriormente os que vieram a construir os primeiros arranha-céus. O fato deles não terem como voltar e muitos acreditarem que aqui conseguiria algo melhor foram se estabelecendo entre a encosta e a lagoa.
Se é verdade ou não, não tenho como afirmar. Isso já foi discutido pelos cientistas – saber a verdade cabe levantamento histórico de todo local.
Discussão imperar na questão de ter ou não ter favelas no pretenso bairro planejado, que falta transporte público eficiente – que realmente interligue a cidade em três eixos – zona oeste – zona oeste; zona oeste – zona norte; zona oeste – Centro. Falta uma rede saúde pública integrada, uma rede educacional que alcance a realidade das áreas de carência e por fim tornar parte integrada da cidade, não um nicho de uma pseudo-harmonia de consumo e paz capitalista.
Voltando a questão das favelas existem algumas na região: Vila União, Vista Alegre do Recreio, Vila do Autódromo, Jardim do Recreio, Pantanal, 8W, Beira Mar, Canal do Cortado – (estas estão entre o perímetro do Recreio e Barra da Tijuca)
O processo de expansão urbano é algo lento, mas muito rápido para destruição da Mata Atlântica e para o meio ambiente como um todo. A Barra pode ser sim o bairro do futuro, altamente planejado, com metrô, grandes centros comercias, sendo acessado por todos os moradores da cidade, com investimentos imobiliários auto sustentáveis – com usina de reciclagem, aquecedores solares, conservatórios de água da chuva, usina de tratamento de esgoto próprio, mais áreas verdes que aterradas. Isso pode ser real, basta força de vontade e encorajamento político.
Bom é isso.
Acesse esse link.

Agora a resposta ao sr. Albano sobre o texto Barra da Tijuca

Sr. Albano.

Meu interesse não era ofendê-lo com a minha opinião, de que acredito que os grandes condôminos são grandes bolhas herméticas de paz e harmonia, onde adolescente cometem infrações das leis que são de todos e por serem ricos podem comprar juizes e saírem ilesos.
Na Barra existem sim favelas, talvez não nos padrões "tradicionais da cidade" - Rio das Pedras e o Terreirão não estão longe e nem a Cidade de Deus. Recreio não é um bairro planejado; diferente da Barra da Tijuca, que é um projeto do arquiteto Lucio Costa nos anos 50, o Recreio sofre como o desenvolvimento em "saltos" e pelos investimentos galopantes das grandes construtoras imobiliárias.
Se você não gosta de andar, tudo bem, se o lugar onde você anda de carro ficar cada vez mais poluído também, porém os seus filhos e netos (se você quiser ter...) terão uma cidade mais cinza e mais poluída e muita menos bonita.
Se a cidade é imunda a culpa é sua também!
Minha também... Não ando de bicicleta e dependo de condução urbana para circular. Não moro próximo ao meu local de trabalho e nem no lugar dos meus sonhos... (que não vem ao caso). Faço a minha parte todos os dias, questionando o modo de uso da CIDADE e o que podemos fazer para ter uma cidade sempre mais bonita.
Sobre violência e medos à parte recomendo o livro do professor Marcelo José de Souza - FOBOPÓLE e sobre a cidade do RJ pode procurar Instituto Pereira Passos e algum texto do professor Maurício Abreu.
Sou geógrafa e olho a cidade com ar crítico consciente de que pode ser sim um lugar para todos e não só para uma parcela de seus moradores.
Metrô e "elétrobus" interligando toda a zona oeste, seria uma excelente forma de integração com o restante da cidade e um meio rápido de circulação de pessoas. Agora se você acha que andar de carro não polui, que o seu bairro é planejado, lindo incrível e que NUNCA sofrerá com o processo de expansão urbana é melhor você acreditar em Papai Noel.
Há lembrando um novo fato - se reclamar dos Jacarés da Barra da Tijuca - pense primeiro que eles estão aqui muitos e muitos e muitos anos antes de você chegar ao bairro - foram eles que ajudaram dar o nome desta baixada de JACAREPAGUÁ, agora que tudo faz parte de um grande bioma, neste processo não há uma divisão a partir das lagoas, mas sim sobre as encostas das montanhas, pois são de lá que vem as nascentes dos rios que vem desembocar e ajudar a formar as lagoas desta baixada e conseqüentemente também a baia de Sepetiba. Mas como você mora no Recreio o resto da cidade pode queimar que você pouco se importa, né? Vai continuar no seu universo a cheiro de petróleo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Outra vez Barra da Tijuca...

Estou ausente desta casa aquase um mês ... mas esta tudo em Paz.

O carnaval já passou e as lojas estão repletas de chocolate pra Páscoa. Quantos são os que lebram o significado da Páscoa?
Eu hj não vou entrar neste merito.
O significado da Morte para nos redimir de nossos pecados e obtenção de salvação eterna aqueles q Nele Crêr!
Continuamos cegos de olhos abertos diante de tudo que experimentamos.
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Todo os dias quando chego ao meu trabalho vejo uma imensa obra, no meio de uma avenida , no centro de um largo ou praça. ENORME! Repleta de guindastes, "carvalhões", guindastes magiros, muitos caminhões e muitos homens de macacões laranja e capacete branco trabalhando. Tem dias que lembra um enorme navio sendo construido fora do mar, longe do cais.
Para mim já é um enorme navio branco, no meio de uma das prinicpais arterais da Barra da Tijuca; atrapalhando a "navegação"dos olhos dos motoristas e das pessoas que ainda buscavam ver a Praia, que ficava ali adiante...
O Navio branco é uma obra da prefeitura, com arquitetura europeia, fora dos padrões urbansitico do Rio de Janeiro, longe de quase tudo, com uma função pra lá de duvidosa, com o mesmo uso do Teatro Municipal. Séra que esta obra é valida?
Contudo, ela esta sendo erguida com o dinheiro publico e onde poucos poderam usufruir. Seu dificil acesso, sua localização mal planejada, seu design duvidoso, com uso "restrito" a uma demanda especifica que não é de consenso comum ....
Fica aqui a minha questão: A quem será a cidade da música se não ao mar de vazio fonografico e longe de estar seguro junto a um cais onde musicos e ouvintes poderam realmente aprender musica e ouvi-la com consciencia?
Ela é um navio branco ancorado no meio do "mar" da Barra da Tijuca e esta fadado a encalhar antes mesmo que os seus proprositos possam mudar de direção .
Ainda há quem diga que será algo maravilhoso para os cariocas, que nem saem mais de casa por conta da violência urbana. Qual é a maior violência, as das balas das armas ou do roubo de dinheiro publico - mal investido ????
Que vivam muito bem os novos emergentes cariocas e brasileiros que vivem na Barra da Tijuca que teram mais um espaço de lazer sem precisar ir ao longinquo Centro da Cidade...
Parabéns ao Prefeito Cesar Maia.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Barra da Tijuca

No horizonte a Pedra da Gávea e a Pedra Bonita, são um alento logo pela manhã...
Da Barra da Tijuca, na altura da Avenida das Américas o que resta de paisagem são a floresta da Tijuca e o Maciço da Pedra Branca, dois grandes paredões verdes e algumas pedras expostas demarcando os limites de Jacarepaguá e da Barra.
De certo o que divide Jacarepaguá da Barra são as lagoas, mas hoje, estás pouca conseguimos ver, graças aos inúmeros condomínios que surgem no painel do bairro a cada mês. Há quem diga que a Barra é auto sustentável....
Duvido muito...
O Mar sorrateiro que banha este lado de cá da cidade, é perigoso pra quem não conhece, é bonito de olhar da orla, mas só depois que se consegue ultrapassar alguns quarteirões de prédios e condomínios com piscina e conforto de resorts.
O que resta da Barra da Tijuca, além do painel, hoje é a imensa quantidade de empresas que estão migrando do Centro da cidade para esta novíssima zona sul, onde esquecerem de investir em transporte público de qualidade.
Como faz falta as Jardineiras! (ônibus dos anos 80 que faziam percursos turísticos no Rio).
As pessoas vão de carro à padaria, a casa do vizinho e até a próxima esquina, pois tudo aqui é longe, só serve a quem mora e tem carro, os que não moram, mas trabalham nem ousam sonhar em morar.
Esquisito?

Acho que estou me acostumando a não gostar da Barra e achar que aqui não é Rio de Janeiro, mas sim uma cidade de plástico, onde as pessoas vivem em seus condomínios herméticos e acreditam que tudo pode e que nada vai acontecer com eles. A violência não vai alcançá-los, que o tumulto nunca fará parte de suas praias, que não verão filas, que todos serão altamente educados e que as escolas ensinaram etiqueta e postura aos seus filhos e eles serão nobres de seus condomínios continuaram a andar de carros poluindo a cidade consumindo comida enlatada e vivendo um incrível conto de fadas às avessas.

O mundo continua a girar e a cidade a crescer. As favelas da Barra são tão grandes quanto da zona norte e um dia a favela vai querer ser asfalto; o condomínio terá que abrir suas janelas e ver bem de perto a sua própria miséria.
Este ecúmeno, esta necessidade de auto-segregação tem limite: o da própria cidade, que esbarra nos empreendimentos sociais implantados pela prefeitura que continua investindo onde acha que deve, não onde realmente precisa.
Que um dia a Barra da Tijuca seja o bairro do futuro e não o bairro dos quem tem carro.

Um link para um texto novo.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

691 Expresso - Meier -Alvorada


Uma questão de cidadania e consciência sobre transporte urbano, via a linha 691.

obs.: o horário do ônibus se encontra no fim da página.
Não é um simples ônibus urbano, que leva e trás gente de um lugar ao outro da cidade. Ele tem caracteristicas iguais aos muitos onibus da cidade do Rio de Janeiro, tal como ter poucos carros na linha, sempre em horários de rash estarem muito lotados; a tal ponto que ninguém consegue se mexer dentro deles.

Contudo, é uma linha que tem história pra contar. Ela surgiu junto com a abertura da linha amarela, mas como no início da via expressa não podia circular ônibus urbanos, o circuito desta linha era a pela Grajaú-Jacarépagua. A responsável  na epóca pela manutenção dos carros na linha era a empresa Transurb. O tempo passou e logo a Linha Amarela se tornou acessível aos transporte público, possibilitando a mudança do trajeto original da linha. Tão logo o trajeto que ia pela Grajaú-Jacarepagua foi sendo extinto de vez.  Dentro deste contesto, surgiu uma divisão da linha 691, a via Comum que vai pela Freguesia, passa na Merck, pega Cidade de Deus e por fim volta a linha Amarela e o Expresso que vai direto pela linha Amarela até a Cidade de Deus onde volta a parar.

Esta linha, já não basta ter dois intinerarios distintos, não ter um horário correto pra saída dos ônibus, ela ainda conta ser operada por duas empresas de transporte a TRANSURB e a REDENTOR. Isso acaba causando uma briga empresarial entre a quantidade de passageiro que cada uma carrega, qual é mais rápida, qual anda mais "vazia", e por fim fazendo o seus clientes - os passageiros infelizes - de sempre contar com a sorte de ter bons fiscais e a sorte dos motoristas terem muito bom senso ....

A verdade que de noite eles colocam ainda menos ônibus expressos  em circulação, com um intervalo maior que no horário da manhã ... o que complica ainda mais o animo e a disposição das pessoas que precisam deste transporte público urbano.

Infelizmente essa realidade não é só do 691 Expresso mas de outras linhas de transporte urbano terrestre.
Existem outras linhas na cidade que também sofrem por terem mais de um intinerário e as empresas que ficam sob a guarda da linha não mantêm um horario correto destas chamadas linhas extras circularem, fazendo que muitas vezes o passageiro pegue o tal por engano ou fique muitas horas a espera do mesmo. É fato ciente que a rede de transporte público urbano carioca precisa de uma "repaginada", que se faça novas licitações e surjam novas empresas de ônibus, novas linhas ou que a prefeitura planeje e execute um novo plano de transporte urbano para o Rio, com até novos meios de transporte.
Quem sabe um dia a cidade do Rio de Janeiro volte a ser movida a bonde eletrico e a toda circunscrita por metro de subsolo. E a Barra da Tijuca volte a ser uma área de reserva Florestal...

Mas isso é puro Delírio!!
As autoridades do transporte da cidade ganham muito dinheiro encima do caos urbano;
E nós continuamos achar tudo muito Lindo !
E assim continua Maravilhosa!

Atendendo a necessidade das buscas sobre os horários do 691 expresso:
Pela manhã: a partir das 5:20 até 8:45,saindo do ponto final no intervalo de 10 a 15 mim entre um carro e outro. Saindo do Meier, não há inverso.
De noite saindo do Terminal Alvorada a partir das 17:00 até 22:20, contudo o intervalo entre 17 e 21 horas o intervalo de saída dos onibus são de 15 a 25 minutos. Depois das 21hs o intervalo passa para de 30 a 40 mim. Também neste horario não tem do Meier para Barra.
Obs.; pode ter havido algumas alterações nestes  horários e intinerario, até porque não estou mais trabalhando na Barra.
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