sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Chegou fevereiro!

E ai!? Como está?
Aqui as coisas estão indo mais ou menos bem.
Já estamos em fevereiro e logo pensamos em carnaval; mal descansamos das férias e do réveillon e emendamos com mais festa e folia. Pois bem é carnaval em quase todo Brasil.
Sim quase todo.
Pois em muitos lugares não se tem folia de quatro dias, uma semana ou mesmo duas semanas.... Em muito recantos é só mais um feriado que ele comemoram pela tela da televisão.
Que diga municípios como Santa Maria (RS), Petrópolis (RJ) e tantos outros que motivos próprios resolveram suspender as comemorações.
Para muitos a folia ficara guardada para outros eventos ou talvez guardarão apenas as lembranças do que se foi.

Eu mesmo
também não estou para folia ou carnaval. Estou me sentindo mal, cabisbaixa com a vida.
Mas tudo tem seu tempo e logo outra maré vem é muda tudo de novo.

Que venha a festa de folia. Com toda sua majestade e fantasia. Que usemos consciente as nossas mascaras e não atropelemos a nossa alegria.
Que sejamos francos pelos menos conosco, se não conseguimos ser com o outro.
Que bebamos mais água e menos álcool. Que brindemos a vida a vivendo e não a matando.
Que mesmo tudo não sendo como nossos sonhos planejam que seja como o nosso coração palpita.
É fevereiro!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

ECA e a Governança do Estado

Para quem não sabe o que é ECA, ECA é Estatuto da Criança e Adolescente, lei criada em 1989 durante o governo Fernando Collor de Mello.
Venho falar de ECA pois é este estatuto que protege e defende o menor perante a sociedade civil organizada.
Sim o estatuto foi feito para defender o menor diante da violência e da proteção do Estado diante da questão do abandono, que faz o Estado tutor do menor em casos extremos, como o caso do abandono e vicio de drogas.
Felizmente nem o Estado e nem as famílias são capazes de fato, em muitos casos, de impedir que o menor se envolva com o crime, não estude de fato (tenha acesso a educação tanto familiar quanto escolar), não tenha acesso a saúde, perpetue seu  estado de violência, se envolva com drogas ou mesmo negê sua origem familiar.
Se as famílias não tem condição de ter filho ou manter os seus filhos, em muitos casos o Estado toma o pátrio poder dos pais e passa a zelar pelo menor junto a instituições especializadas para isso, como tutelares pelas crianças.
Hoje a minha mãe esta novamente reclamando que deveria se mudar a lei de maioridade penal. A lei que prevê que até 16 anos o jovem é incapaz ainda de responder condicionalmente sobre seus atos, muitas vezes só cumprindo ações punitivas de ação social e em casos graves - sem o direito ao advogado - caindo por algum período em instituições reeducação social, que mais apela para o mundo do crime do que para uma vida melhor em sociedade.
Quem são os pais desses jovens criminosos?
Os pais, a sociedade civil pública ou o Estado?
TODOS SOMOS RESPONSÁVEIS PELA EDUCAÇÃO é o que prevê o ECA.
Quando passaremos de fato assumir essa culpa?
Continuamos a ter filhos sem pai e mãe e continuamos ainda acreditar que o Estado tem que ser responsabilizar por todos os nosso atos.
O estado de Governança do Estado que deveria exigir que todos sejam fiscais das regras ainda esta muito longe de se concretizar enquanto os nepotismos da vida continuam sendo regra social de boa conduta. Se nem de forma burocrática de  fato o Estado funciona administrativamente bem, quanto mais deixando na mão de quantos ainda se acham donos de verdades absolutas.
Pensar no ECA, também é uma forma de pensar de como queremos a administração pública do Estado de Direito. 
Educação para todos sim para já mas com condições realmente preventiva paras que todos os jovens tenham acesso a educação que queriam essa educação que entendam o que é educação e não como força tarefa de bolsa família em que essas crianças vão para as escolas pela merenda e pelo dinheiro que é dado aos pais. 
Enquanto educação for dever e obrigação do Estado manteremos esse modelo de conduta improprio para todos onde poucos realmente apreendem, muitos se prendem e alguns sobrevivem.
Pensar nas escolas, no ECA e nas ações integradas a educação pública muito tem haver com o processo de estrutura administrativa do estado. 
Fazem reformas e mantem as leis, refazem as leis e continuam rindo delas.
Nem momento não sou contra e nem a favor da maioridade civil dos menores de 16 anos mas sim de uma revisada geral no ECA, na postura social das famílias que são penalizada por ela e as que deveriam também e não são. Essa revisão deveria incluir os casos graves e os menos graves e apontar as soluções, deveria também responsabilizar o Estado em casos em que foge a questão da família, como o próprio acesso a escola e a saúde que deve ser de responsabilidade do estado; e pensar de vez numa forma efetiva no acesso a emprego e renda, já que em muitos casos os jovens de 14 anos entra em condição de aprendiz e não é isso que fato ocorre e além da questão salarial. Pensar nisso de forma efetiva dentro do campo da lei seria muito melhor ainda que apenas discutir o fato da maioridade civil e criar campanhas para que as meninas deixassem de ter filhos antes dos 18 anos ..... 
Ainda falta muito para que tudo isso seja organizado tanto pelo direito quanto pela sociedade que pede ações imediatas e não ações continuadas.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Investimentos e Parcerias público-privada

Sabe tem horas que a gente fica se perguntando por que faltam ferrovias?
Ai a gente responde a si mesmo porque falta investimento do governo. Falta interesse do governo.
Mas será que falta investimento ou interesse das empresas privadas, será que não seria algo interessante? Antes que digam que dá prejuízo  Pois isso que deve ser que as empresas como a Barcas s/a e a Supervia deve apresentar ao governo do estado para sempre estar pedindo auxilio para comprar trens e barcas, e ainda pedindo a ampliação do tempo de concessão.
Muito estranho.
Pois para construir um estadio ou mesmo "reformar" logo todos dizem que é algo lucrativo. A concessão de terreno e reforma urbanística para um vulto de copa do mundo será lucrativo e alta representação para as boas parcerias politico-privada  - ops público-privada.
Pensar que a lei 11079 de 2004 prever este tipo de contrato administrativo de concessão como uma forma de reduzir os custos do Estado e exigir em algum grau o empreendimento e o interesse do ente privado, ainda é pouco usual e mal vista por muitos. 
Sim se essas parcerias fossem fiscalizadas corretamente e funcionassem de forma garantir um bom uso da coisa pública e garantir sua execução como qualidade e compreensão da coisa pública, com certeza que as ferrovias nacionais já teriam saído do papel e da cabeça de tantos cientistas. 
Posso parecer uma otimista no meio desta loucura, mas mesmo sendo otimista, seria ainda melhor que essas parcerias fossem, não para construção de estádios, mas para a melhor integração intermunicipais e interestaduais para evitar desastres como que ocorreu agora em Xerém quanto investimentos em transporte, economia, saúde e lazer.
Em saúde, na área de gestão, seria uma ótima oportunidade de melhor integração entres as redes hospitalares que temos hoje tanto na cidade do Rio de Janeiro quanto no Estado. Se pode parecer uma forma de roubo aos cofres públicos, também pode ser a saída para melhor uso e atendimento das unidades de saúde pública, já que a falta de comunicação entre os elos e entes desta rede são ainda péssimos,  mesmo hoje como os agentes comunitários de saúde junto as clinicas da família, é o depois que passa para as tais especialidades que a coisa meio que se perde, pois ou falta profissionais ou falta unidades de saúde que possa atender a rede ou pior a falta de uma administração competente para estar integrada a rede de saúde e desobedecendo as normas da Secretaria Municipal, Estadual e Federal de Saúde. Em algum destes pontos há falhas sérias que precisam ser corrigidas.
Assim como pensar em investimentos de integração real entre as cidades e mesmo dentro dela por veículos sobre TRILHO, repensar as antigas concessões dos transportes urbanos coletivos rodoviários que continuam NÃO prestando um serviço de excelência.
Já que então existe as leis que se façam-a a cumpri e que o POVO seja de fato o MAIOR fiscalizador daquilo que usa diariamente.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Solstício de Verão

E ontem, junto com a noticia do fim do mundo, chegou o verão. Tão aguardado, amado, odiado, adorado, ansiado e temido.
Sim, o verão.
Ontem o dia teve 13 horas de luz, mas hoje, até as 19:40 ainda dava para perceber a luz do sol entrando pela janela do meu quarto.
Está anoitecendo bem mais tarde. Com o horário de verão atuando isso parece que fica mais evidente, junto com o aumento do consumo do ar condicionado.
É VERÃO!
Junto em seguida Natal e Ano Novo.
Essas datas fincada junto do verão .... soam estranho. As duas datas estão de fato relacionadas a outro solstício, o de inverno. Datas que foram criadas dentro de calendários pagãos nórdicos, recolocados dentro do calendário religioso católico e brilhantemente incorporados pelo mercado capitalista consumidor compulsivo de produzir produtos para datas de época, já que desde sempre cada época tinha um produto que o simbolizava, contudo como simbolizar um solstício de inverno em pleno verão?
O fato que essa equação não será resolvida tão cedo enquanto compramos pinheiros natalinos, papais noeis, peru, tender e castanhas - tudo muito ligado ao clima frio do inverno.
Se essas datas fosse comemoradas no verão nórdico.... aveia, centeio, pães e cerveja seria parte da ceia de natal. A carne talvez não houvesse, ou talvez seria peixe fresco tal como na pascoa.... mas quem sou eu pra criticar?
Só estou apontando um novo cardápio mais verão e menos inverno para ceia.

O Verão combina de verdade com a praia, sorvete, água de coco, sucos de fruta, vitaminas, saladas frescas, saladas de frutas e coisas geladas ... alguém dúvida?

Bom Natal e que as Bençãos do Senhor nos encha de fé, esperança e alegria. Para que tenhamos um verão menos temido e mais amado, que seja menos quente e mais ameno, com chuva regradas e menos enchentes. 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Canção Natal e Ano Novo - SEJA FELIZ - Marisa Monte -


Seja Feliz

Marisa Monte

Seja feliz
Com seu país
Seja feliz
Sem raiz
Seja feliz
Com seu irmão
Seja feliz
Sem razão
Tão longa a estrada
Tão longa a sina
Tão curta a vida
Tão largo o céu
Tão largo o mar
Tão curta a vida
Curta a vida!
Seja legal
Com seu amor
Seja legal
Sem pudor
Seja gentil
Com sua figura
Seja gentil
Sem frescura
Tão longa a estrada
Tão longa a sina
Tão curta a vida
Tão largo o céu
Tão largo o mar
Tão curta a vida
Curta a vida!

Curta a vida com o sabor do vento,
sinta a vida vibrando em cada nervo do seu corpo
respire fundo 
sinta cada pelo do seu corpo.
aprecie cada gole d'água
entorne sua paixão
transborde seu amor
queime toda sua raiva
chova toda sua tristeza
encha os copos de sua amizades com o melhor licor de doçura e boas vibrações
Cante
Cante alto para que tudo o mau se afaste de sua casa.
Cante o amor, a alegria, a esperança e a fé 
Que o nosso Natal seja magia de amor
 e que 2013 renovemos a fé a esperança de novas conquistas 
para termos mais coragem e perseverança para termos novos sonhos e realizações...
BOAS FESTAS!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Não dá mais pra segurar.... Gonzaguinha


Chega de tentar dissimular
e disfarçar
e esconder
O que não dá mais pra ocultar
e eu não quero mais calar
Já que o brilho desse olhar foi traidor           
E entregou o que você tentou conter
O que você não quis desabafar

Chega de temer,
chorar,
sofrer,
sorrir,
se dar
E se perder
e se achar
e tudo aquilo que é viver

Eu quero mais é me abrir e que essa vida entre assim
Como se fosse o sol desvirginando a madrugada
Quero sentir a dor desta manhã
Nascendo,
rompendo,
tomando
rasgando meu corpo
e então eu

Chorando,
sofrendo,
gostando,
adorando,
gritando
Feito louco,
alucinada e criança
Sentindo o meu amor se derramando
Não dá mais pra segurar: Explode coração!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

SAARA - Rio de Janeiro em Dezembro

Já se foi quase o ano inteiro...
E quase tudo que se foi pretendido foi desperdiçado.
Ou conquistado.
Programa carioca de dezembro é bater perna no SAARA. E antes que você me pergunte o que é, ou pense que um deserto, aviso se São Paulo tem a 25 de março, o Rio tem o SAARA, Sociedade de Amigos da Rua da alfandega, que agrega as ruas da Alfandega, Buenos Aires, Senhor dos Passos, Regente Feijó, Conceição, Gonçalves Ledo e mais algumas ruas.
Não tem como. Essas ruas virão o fervo. Tem de quase um tudo ali.
Normalmente nesta época do ano não tem como fugir do SAARA, com o calor do Rio de Janeiro e a multidão fica um calor dobrado, mas é ótimo de fazer negócios; desde que não seja com a turma do chineses que invadiram boa parte do comercio destas vias e são difíceis de negociar, em comparação ao árabes e judeus que dominaram durantes anos o comercio local.
O SAARA vira point graças a variedade de coisas, pela quantidade de produtos de época que ficam em voga neste período, natal, ano novo... É tudo motivo para gastar mais.
E eu não fugi a regra.
Fui eu ao SAARA, alimentar a minha sede de consumo. E realizar o desejo de alguém.
Se no deserto do Saara o calor é escaldante, esses dias de fim de primavera e inicio de verão, o calor carioca escalda a pele e não dá refresco durante a noite.
E assim vamos vivendo os amores de verão sobre o calor.... que  tantos amam.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

E-reader e E-book

Em tempo de era digital todos querem os equipamentos tecnológicos da moda, todos querem além dos seus desktop's seus notebook's e Smartfones com maior capacidade de memoria e com a maior quantidade de recursos  possíveis ...
Não esquecendo das linha dos I"s - Iphone, Ipod que também vieram revolucionar a maneira de comunicarmos com nosso mundinho particular.
No meio deste caminho parece que esquecerão por completo os leitores de e-book's. Infelizmente este objeto de consumo não se popularizou por aqui, ou por conta desta invasão tecnológica cheia de parafernálias ou pela pressão das editoras, que ainda sofrem de alguma forma com o alto custo dos impostos sobre a produção de livros no Brasil - que chegam na faixa de 40% do valor final do livro ao consumidor.
Os E-reader, talvez nãos sejam tão vendáveis quantos seus concorrentes diretos os tabletes, ele tem em si  vantagens de serem mais práticos e eficientes para leitura pela própria questão monocromática e serem desenvolvidos especificamente para servi de base para leitura de livros e revistas. Alguns já vem com a possibilidade de vir com tela colorida e ter leitor de imagens e ainda gravador de som e reprodutor do mesmo.
Ainda não sei o motivo real da não popularização deste produto contra os benditos tabletes que não são confortáveis para leitura pelo excesso de luminosidade direta tal como a tela do pc. Mas vamos combinar há  algo estranho nesta questão é fato.
Outra coisa é valor médio dos que estão a venda serem mais alto,que os preço de mercado lá fora e dos próprios tablets.
Acho que nesta historia também pesa o fato do brasileiro ler pouco ou querer ler pouco ou entender muito pouco sobre o que lê ou simplesmente não entender de fato que lê como um analfabeto funcional, que não consegue ler símbolos, além daqueles do seu próprio cotidiano.

De fato o mundo o consumo tecnológico nos leva hoje a querer ler menos, entreter mais e ficar cada vez mais alienado de si mesmo e do que o cerca. O trabalho paga tudo mas não paga o que não tem o tempo livre de viver no mundo sendo você.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Ensino do Direito no Nível Médio

De tempos em tempos percebemos que tem coisas poderiam nos ser ensinados desde de pequenininhos  pois quanto mais jovens aprendemos certos valores e conceitos mais fácil os interiorizamos e pratica-los ao longo da vida.
Sim tem coisa que temos que aprender vivendo, com erros e acertos, tropeçando, caindo e levantando e tomando aquilo como algo positivo.
Na vida aprendemos o tempo todo e questionamos algumas vezes o que aprendemos e como aprendemos algumas coisas. Esse questionar sempre é a  menor do que realmente introduzimos para dentro de nós no dia-a-dia da gente. 
E nesta avaliação de questionamento, estudando matérias que não fazem parte da minha área de conhecimento direto, pensei porque essa matéria não era estudada nos bancos escolares?
Antes que digam pra mim que já foram criadas muitas matérias, que tem muitas que os estudantes tomas como "inúteis", que muito do que se ensina se esvai como vento; digo que tem coisas ainda que deveriam ser ensinadas nos bancos escolares.
No meu tempo havia duas matérias extintas: Moral e Cívica e OSPB. Com a democratização elas foram abolidas, assim como os estudos de sociologia e filosofia. Depois as ultimas duas matérias voltaram a fazer parte das grades de ensino do nível médio. Moral e Cívica e OSPB deixaram de existir, assim como a obrigatoriedade de cantar o hino nacional na porta da escola, respeito ao professor e discussão sobre todo o processo educacional.
Discutimos ainda educação mas pautados nos números das provas, de quantos são os que alcançam as medias nacionais, falamos de aprovação automática e a necessidade ou não de sala com grande números de alunos ou sala menores com poucos alunos, o processo de valorização do professor e por fim se realmente alguém aprende alguma coisa de útil no fim das contas.....
Tem horas que acredito que a unica coisa que ainda vale são as escolas de ofícios .... Ou seja os ensinos técnicos, onde os jovens entram sem expectativa e aprendem de alguma forma uma profissão técnica e entra no mercado de trabalho e percebe o que aprendeu na escola tem alguma utilidade direta no seu dia-a-dia. É isso que ele acabam valorizando como o ensino, o que fazem eles se sentirem capazes de produzirem e construírem seu próprio futuro com que aprenderam.
E tendo tudo isso em mente, estudando, refleti novamente que o ensino de direito ou introdução ao direito se  faz necessário durante todo o ensino médio. Já é comum nos ensinos técnicos termos esta matéria, contudo acredito que todos os estudantes de ensino médio deveriam estudar ou ter um conhecimento básico em direito ensinado durante todo o ensino médio.Como matéria obrigatória tanto quanto Geografia e Historia.
Mas por que??
O ensino do Direito permitiria o aluno desde já ter conhecimento minimo da constituição, dos seus direitos e deveres, teria noção de direito trabalhista, constitucional, administrativo, civil e processual; além de entender sobre jurisprudência, ética e entendimento de politicas publicas de forma mais ampla.
Seria um meio de aproximarmos os jovem tanto da formação politica quanto a sua construção mais ampla de cidadania.
Ensinar conceitos básicos do Direito, não ira formar advogados, mas permitira que os novos cidadão tenham mais possibilidade de compreender as leis gerais da nação, possam refletir sobre elas ou mesmas simplesmente se sentirem informados.

Quem ensinaria isso nas escolas??
Licenciados em Direito. Todos os anos formamos inúmeros profissionais em direito, e nem todos estão aptos a adquirirem a carteira da ordem dos advogados. Não precisaria ser advogado para lecionar as noções de Direito, mas sim ser formado em direito e depois ter curso de licenciatura especifico para ministrar estas aulas. Seria mais uma forma de usarmos esta formação universitária.
Não serão advogados como professores, serão professores do ensino do direito básico.

Mas a quem isso serviria?
A todo o país. Como um conteúdo a ser atrelado as cadeiras de sociologia, filosofia, história e geografia, para uma melhor compreensão de um todo, pois sempre falamos de partes e fragmentos, seria uma forma de falarmos de um todo, de compreendermos melhor a formação politica e melhorar a nossa compreensão da construção do nosso estado nação como um TODO.

Sim a ideia pode ser ousada e um tanto absurda, mas sim poderia ajudar e muito a melhorar as nossas relações junto as ações politicas praticadas e ao uso da justiça como um todo.
E quem sabe permitir que novos jovens se tornem cientista do direito ou que transforme o direito ou a justiça realmente algo para todos?!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Ultimo trimestre

O ano passou voando e já estamos em reta final.
O dia das 'crianças' mal passou e as loja já estão cheias de enfeites de natal.
Novamente eu vou questionar o banho de consumo que entramos nesta ultima fase do ano e também entramos no desejo de emprego, trabalho e melhorias que não conseguimos realizar durante o ano, como se não tivéssemos tempo de fato para darmos conta de verdade nisso....
Fato que protelamos a  vida. Protelamos nos mesmos todos os dias aos acordarmos, ao irmos dormir. Deixamos nossas listas de afazeres maiores que nos mesmos ao nosso lado, mas quase nunca a observamos.
Eu ainda de forma insolente, esqueço as listas, e busco viver plenamente o que tenho. Como o que tenho me satisfizesse por completo. Busco um pouco da síndrome de Poliana para me sentir compensada daquilo que não posso ter. 
(Acho que esse tipo de história deveria de ser discriminado para meninas lerem - com um aviso assim: cuidado este livro contem um texto de auto abnegação que pode causar castração.
Podem me criticar quanto quiserem. Sei que o fato de discriminarem o pobre livro não ocorrerá e logo como tanto romances antigos serão esquecido e talvez como em Fahrenheit 174 serão proibido de ler livros.
E eu falando de um livro citando outro. Romance versus Ficção. Todos são bons desde que sirvam para abrir mente e não trancafia-las em torres de papel, onde as letras falam mais alto ao coração que a razão para o corpo.)
Busco então de forma anestesiante viver com pouco e deste pouco transformar em muito, tem horas que acho que tenho muito e outras que poderia ter mais. Questiono meus conhecimentos, meus saberes, o que sou e o que realmente tenho de fato. Questiono meu terceiro grau e sua necessidade e a minha capacidade de transforma-lo útil socialmente, assim como questiono o que pedem para ser qualificado hoje em tempos de Prova Brasil e Enem.... Me sinto lesada, lesionada, ferida, por não aceitar e ter vivido a sombra desta 'desculpa' para um tal acesso democrático as universidade e a proliferação de cursos particulares de todos os níveis que de fato por vezes tem ganhado mais destaque que o eméritos diplomas das federais.... Pois hoje o que só serve é o grande apertador de parafuso multifacetado... (será???)

Voltando ao fim do trimestre....
Logo as aulas acabam. Vem as tais férias de fim de ano. Verão. Suor. Praia. A cidade fica cheia de turistas.
E a minha vontade maior de viajar pra longe.
Outubro está chegando ao fim e logo o ultimo Bimestre do ano.
Dezembro é logo ali. E com ele a correria de tentar fazer o que não se fez o ano inteiro - por a lista da própria vida em dia.
Se houve doença é hora de renovar esperanças para saúde  Se houve saúde que tivesse sido mais organizado para dar mais espaço para ouvir do que para falar. Se foi para falar que se falou o que foi preciso e necessário mais ainda demais para dois ouvidos. 
Que o ultimo trimestre trabalhemos para que possamos sim fazer o que poder ser feito melhor possível  aceitar o que não conseguimos realizar e compreender com prazer e respeito porque o que foi feito tinha com ser feito e o que não foi feito foi porque ainda não era o tempo de faze-lo.
A vida é curta, simples e frágil, porém bela, instigante e desafiadora.
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