Tenho ficado surpresa com algumas coisas que leio e outras tantas que ouço.
O tempo tem passado muito depressa e muito pouco tenho me dedicado as minhas leituras, aos videos, as paisagens, ao mundo presente e ao mundo interno.
Esses dias as flores de maio desabrocharam junto com as violetas. O clima seco e quente durante o dia tem sido muito agradaveis para um inverno. Apesar de aqui no Rio quase nunca fazer inverno.
Os dias estão ensolarados.
Gostaria de andar mais ao sol e ao ar livre.
Tenho trabalho por vezes demais.
Meu corpo cansa e a minha mente me alerta: ainda falta!
A mediocridade das coisas.... a efemeridade da vida .... o consumo desnecessário .... o vazio que nos derruba .... a solidão da alma em meio as multidão surdas.....
somos o que somos engrenagem de uma grande máquina.
E sem ser máquina ainda podemos sonhar com as cores que gostaríamos de colorir nosso mundo.
Contos, Fatos e Histórias de quem as escreve. Imagens do dia-a-dia. Relatos sobre o mundo hoje. Um pouco de tudo.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
Nobreza das palavras
É no silencio frio da noite, na alta madrugada, que a palavra quando dita ganha forma.
Ela invade todos os espaço, toma o ar pra si e se esvai logo quando o som cessa.
A palavra durante o dia, quando todos falam, e os barulhos se multiplicam em alto falantes, ela perde a forma e fica presa só a cavidade do ouvido.
Em pouco mais de tempo ela desespera e some e perder-se totalmente na imensidão de tanto som ao vento.
As palavras tem vida própria, ditas sozinhas são mais fortes, em conjunto em frase em texto em dialogo, são menores contudo indissociáveis. Formam uma corrente que nos prende e amarra.
Só no silencio puro e limpido que percebemos sua nobreza.
Aos surdos as palavras tem outros sentido, tem outros movimentos que preenche espaços e ganham formas em sinais que na escuridão da noite também muito pouco se poderá ver.
É na luz do dia quando todos estão acordados que a palavra passa ser comunicação e vive como joia rara na boca das pessoas que sabem usa-las.
Ela invade todos os espaço, toma o ar pra si e se esvai logo quando o som cessa.
A palavra durante o dia, quando todos falam, e os barulhos se multiplicam em alto falantes, ela perde a forma e fica presa só a cavidade do ouvido.
Em pouco mais de tempo ela desespera e some e perder-se totalmente na imensidão de tanto som ao vento.
As palavras tem vida própria, ditas sozinhas são mais fortes, em conjunto em frase em texto em dialogo, são menores contudo indissociáveis. Formam uma corrente que nos prende e amarra.
Só no silencio puro e limpido que percebemos sua nobreza.
Aos surdos as palavras tem outros sentido, tem outros movimentos que preenche espaços e ganham formas em sinais que na escuridão da noite também muito pouco se poderá ver.
É na luz do dia quando todos estão acordados que a palavra passa ser comunicação e vive como joia rara na boca das pessoas que sabem usa-las.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Solidão
Gosto de música brasileira de verdade, música de raiz. Gosto do gosto do sertão.
Gosto da viola caipira repentista, cantada e encantada na noite de festa enfeitada.
Brilha longe estrelinha.
Brilhe longe estrelinha.
Brilhe longe estrelinha.
Sol quente e iluminado, transbordando o mundo em luz e calor.
Transforma a escuridão em vida transmutada.
Enquanto em seu terrário, sua entrada, assim faz a vida e mantem confinado toda a água ali necessária.
Entra a luz e guarda a água.
Energia e propulsão.
Energia e propulsão.
Faz dia e faz noite, sempre dentro de sua redoma de vidro com auxilio de outra mão.
No confinamento do terrário, o Sol é o melhor companheiro
A água a fonte indispensável a vida.
Alceu Valença - Solidão.
A solidão é fera, a solidão devora.
É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração.
A solidão é fera, a solidão devora.
É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração.
A solidão é fera,
É amiga das horas,
É prima-irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos
Causando um descompasso no meu coração.
A solidão dos astros;
A solidão da lua;
A solidão da noite;
A solidão da rua.
A solidão é fera, a solidão devora.
É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração.
A solidão é fera,
É amiga das horas,
É prima-irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos
Causando um descompasso no meu coração.
Causando um descompasso no meu coração.
A solidão dos astros;
A solidão da lua;
A solidão da noite;
A solidão da rua.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Imperator - Uma casa de show bem carioca.
Já fez um mês que o Imperator reabriu no Centro do Meier- na rua Dias da Cruz - no seu antigo endereço - totalmente remodelado, nos cuidados da prefeitura, após 16 anos de fechamento e quase abandonado.
Os interesse das igrejas neopentencostais de comprar o espaço foi grande mas não foi cumprindo (graça a Deus! O espaço das artes virar templo religioso seria um pecado muito maior para um bairro nobre quanto o Meier).
Os interesse das igrejas neopentencostais de comprar o espaço foi grande mas não foi cumprindo (graça a Deus! O espaço das artes virar templo religioso seria um pecado muito maior para um bairro nobre quanto o Meier).
Fato que o espaço onde abriga a casa de espetáculos já foi uma escola publica, já foi o maior cinema da América Latina e também a maior casa de show do Brasil, antes da construção do Metropolitan na Barra. O tempo passou e os antigos proprietários do espaço faliram abandonado-o a própria sorte. Sorte que a população do bairro brigou e muito para ver novamente aquele imenso espaço social revitalizado e congregando com a sociedade local e da cidade.
A reinauguração feita pela prefeitura da cidade também trouxe ao Imperator um novo nome: Centro cultural João Nogueira. Que muito alegam que não tem em nada haver com o espaço e nem com o bairro. Enganam-se quem quem diz que não tem haver com o bairro, pois tem. No próprio Imperator tem hoje um espaço de memoria do cantor e compositor que viveu alguns anos no Meier nas proximidades do espaço. O Imperator tem sim muito mais história para contar que talvez o sambista - não tenha duvida - até porque ele é um espaço social da cidade, tem sua própria historiografia. Sua reabertura a população carioca é um marco e vejo como uma renovação do espaço teatral da cidade - hoje a cidade esta reabrindo os grandes teatros que a muitos andavam fechados e esquecidos.
Podemos dizer que isso é causa do entusiasmo econômico, o novo processo de desenvolvimento econômico da cidade em prol dos grandes acontecimentos esportivos ou quem sabe ao desenvolvimento do pré-sal. Fato que hoje a cidade tem mais um enorme espaço cultural moderno com multisalas, com ar condicionado, com estacionamento próprio, com acústica própria reformada, com três ambientes distintos, pronto para ter cinema, teatro, show tudo num único lugar e podendo ter mais de um evento ocorrendo no mesmo espaço atendendo os pedidos do moradores do Meier. Acho que isso voltamos valorizar o Meier que andava esquecido graças ao Norte Shopping. Quem sabe isso também não aumente a visibilidade do bairro e o seu comercio que anda meio caído.
E mesmo com o fim da era Canecão, surgi o Miranda, o Imperator, o teatro Ipanema, os espaços culturais da prefeitura, o parque de Madureira, e outro mais deverão despontar na cidade nos próximos dois anos e depois sim saberemos quais sobreviveram aos movimentos esportivos e o que restara a esta cidade de verdadeiramente bom.
Os que sobreviverem irão contar essas histórias.
sábado, 14 de julho de 2012
Férias
Aguardadas com certa ansiedade.
Estão próximas, porém serão curtas como inverno carioca.
As festas juninas virarão julhinas graças a Rio +20.
O tempo mudou. Os dias estão mais curtos.
As noites mais frias.
O carioca estranha o frio e procura os casacos escassos do armário
E continuo meio doente.
Logo isso acaba como as férias e o calor dos trópicos volta a reinar soberano sob os dias de invernico carioca.
Quem sabe o calor dos braços e abraços e algumas festas julhinas seja um otimo rémedio.
Estão próximas, porém serão curtas como inverno carioca.
As festas juninas virarão julhinas graças a Rio +20.
O tempo mudou. Os dias estão mais curtos.
As noites mais frias.
O carioca estranha o frio e procura os casacos escassos do armário
E continuo meio doente.
Logo isso acaba como as férias e o calor dos trópicos volta a reinar soberano sob os dias de invernico carioca.
Quem sabe o calor dos braços e abraços e algumas festas julhinas seja um otimo rémedio.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Alessandra Leão - Dois cordões
OK!
To eu novamente falando de música. De música boa, arretada, sem chicletes furrecas que andam tocando nas rádios. Esta cantora me empolgou com o trabalho apresentado a um ano no Quintas do BNDES.
Alessandra é uma pernambucana arretada. E este trabalho é muito bom. Não só eu que digo
Olhem só!
Por conta dessas e outras só tenho ouvido isso esses dias. E para dividir novamente meu gosto duvidoso
deixo um letrinha pra vosmecês!
To eu novamente falando de música. De música boa, arretada, sem chicletes furrecas que andam tocando nas rádios. Esta cantora me empolgou com o trabalho apresentado a um ano no Quintas do BNDES.
Alessandra é uma pernambucana arretada. E este trabalho é muito bom. Não só eu que digo
Olhem só!
Por conta dessas e outras só tenho ouvido isso esses dias. E para dividir novamente meu gosto duvidoso
deixo um letrinha pra vosmecês!
Atirei
Alessandra Leão
Atirei mas não vi
A bala rasgou o ar
Não era bala morteiro
Não era para matar
Atirou quando viu
A bala rasgou o ar
E era para matar (Refrão)
E era para matar (Refrão)
E eu não atirarei
Não venha apontar
Pro peso do disparo
Quem foi disparar
Não posso estancar
O sangue que jorrei
Se vai não voltarei
Parou pra atirar
A bala rasgou...
O corpo tombou...
(Refrão)
No passo que andou
Nem dava pra olhar
O dedo no gatilho
Puxou pra matar
Quem vai incriminar
Um anjo que atirou
Nem viu quando matou
Correu sem frear
Eu não atirei
E eu não atirei
E eu não atirarei
Não venha apontar
Pro peso do disparo
Quem foi disparar
Não posso estancar
O sangue que jorrei
Se vai não voltarei
Parou pra atirar
A bala rasgou...
O corpo tombou..
terça-feira, 19 de junho de 2012
ECO 92 versus RIO +20
São vinte anos que separam as duas grandes conferencias. A primeira foi polemica, grande, dinâmica e marcou o ponta pé inicial para grandes discussões sobre sustentabilidade e programas ligados a ecologia sem estar ligado diretamente as questões religiosa ou holísticas.
A ECO92 gerou a Agenda 21, que é uma forma de cada cidade ou espaço organizado propor e organizar-se de forma considerada ecológica e economicamente viável. A Agenda 21 ainda é muito comentada e utilizada por grandes empresa , escolas , cidades e Estados. contudo ainda é algo distante para muitos.
Na ECO 92 se popularizou o tema ecologia e meio ambiente, a questão de preservação da Amazônia, a questões dos povos que dependem dos produtos extrativistas e como preservar e tornar essa preservação algo economicamente ecológico e rentável.
Hoje na véspera do maior encontro de copula dos países membros que participam do PNUMA após a ECO92- a RIO+20 não tem muito a que comemorar, além dos avanços de pesquisa ligada na tentativa de evitar o incomodo efeito estufa, em lugar de pensar num meio de reduzir a emissão de CO² e pensar em produção de energias mais econômicas limpas e eficientes. Continuam discutindo quem pagara a conta do desenvolvimento ecológico do países em desenvolvidos e dos subdesenvolvidos pelo países ricos. Fato que os países ricos não querem pagar a conta e sua ajuda continua limitada aos próprios interesses ecológicos de redução de taxa de poluição.
Os investimentos para um desenvolvimento sustentável é mais alto do que simplesmente parar de produzir e usar combustível fóssil para usar uma energia limpa ou descobri uma nova fonte de geração de energia. Os investimento hoje estão voltados, nos países ricos, para a geoengenharia na tentativa de produzir uma forma de evitar catástrofes naturais ou mesmo controlar o clima em uma determinada área por algum tempo, esquecendo o impactos destas dinâmicas. Até onde o homem ira conseguir dominar a natureza?
Assim em lugar de pensar num bem coletivo mundial os interesses de cada nação sobressai na tentativa de dominar a natureza e impedir que as dinâmicas do superaquecimento terrestre sejam só para alguns enquanto os demais sofrem sem direito de reposta pelo uso não pensado das novas tecnologias.
A RIO+20 está na metade e os próximos dias poderão ser decisivos para novas politicas mundiais de sustentabilidade e repensar o consumo em geral. Acreditemos, pelo menos um pouco, que algumas das metas firmada se tornem de fato mais valia para o desenvolvimento sustentável. Já que a ECO92 houve tanta discussão e de fato pouco ainda se faz para preservação ambiental. A Baia da Guanabara continua poluída e provavelmente muito mais assoreada que a 20 anos atrás (uma das metas do governo do estado na época da ECO92 era em 20 anos despoluir a baia da Guanabara).
Ainda falaremos muito sobre preservação e economia sustentável, logística reversa e geoengenharia como ações e soluções para desenvolvimento ecologicamente correto; e de fato muito pouco se fará para que a vida no planetinha azul seja equilibrada com uso consciente dos recursos naturais por todos.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Guri - Dante Ledesma
Mais música gaúcha, está com a alma dos pampas. Rica em símbolos e vontades. Fala dos espelhos dos filhos com os pais, e também do sonho dos pais que seus filhos sejam iguais a eles. Linda poesia e bela melodia. O Vídeo no final tem acompanhamento no acordeon de Michel Telo antes do sucesso mundial; o guri pode ser redimido por esta participação linda.
Guri
De João Batista Machado e Julio Machado Silva Netto
Interpretação de Dante Ramon Ledesma
Guri
De João Batista Machado e Julio Machado Silva Netto
Interpretação de Dante Ramon Ledesma
Das roupas velhas do pai queria que a mãe fizesse
Uma mala de garupa e uma bombacha e me desse
Queria boinas e alpargatas e um cachorro companheiro
Pra me ajudar a botar as vacas no meu petiço sogueiro
Hei de ter uma tabuada e o meu livro querer ler
Vou aprender a fazer contas e algum bilhete escrever
Pra que a filha do seu Bento saiba que ela é meu bem querer
E se não for por escrito eu não me animo a dizer Bis
Quero gaita de oito baixos pra ver o ronco que sai
Botas feitio do Alegrete e esporas do Ibirocai
Lenço vermelho e guaiaca compradas lá no Uruguai
Pra que digam quando eu passe sai igualzito ao pai
E se Deus não achar muito tanta coisa que eu pedi
Não deixe que eu me separe deste rancho onde nasci
Nem me desperte tão cedo do meu sonho de guri
E de lambuja permita que eu nunca saia daqui.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
América Latina - por Dante Ladesma
Sei que muito não entendem nada de música gaúcha. Eu mesma não entendo muito, contudo o fato ter um pezinho meio lá pelos rincões gaúchos me fez conhecer algumas músicas que mechem com a alma e o espirito da gente. Está música é um delas e espero que vocês gostem tanto quanto eu.
América Latina
de Francisco Alves e Humberto Zanatta.
Interpretação de Dante Ramon Ladesma
Talvez um dia, não mais existam aramados
E nem cancelas, nos limites da fronteira
Talvez um dia milhões de vozes se erguerão
Numa só voz, desde o mar as cordilheiras
A mão do índio, explorado, aniquilado
Do Camponês, mãos calejadas, e sem terra
Do peão rude que humilde anda changueando
É dos jovens, que sem saber morrem nas guerras
América Latina, Latina América
Amada América, de sangue e suor
Talvez um dia o gemido das masmorras
E o suor dos operários e mineiros
Vão se unir à voz dos fracos e oprimidos
E as cicatrizes de tantos guerrilheiros
Talvez um dia o silêncio dos covardes
Nos desperte da inconsciência deste sono
E o grito do sepé na voz do povo
Vai nos lembrar, que esta terra ainda tem dono
E as sesmarias, de campos e riquezas
Que se concentram nas mão de pouca gente
Serão lavradas pelo arado da justiça
De norte a sul, no Latino Continente
América Latina
de Francisco Alves e Humberto Zanatta.
Interpretação de Dante Ramon Ladesma
Talvez um dia, não mais existam aramados
E nem cancelas, nos limites da fronteira
Talvez um dia milhões de vozes se erguerão
Numa só voz, desde o mar as cordilheiras
A mão do índio, explorado, aniquilado
Do Camponês, mãos calejadas, e sem terra
Do peão rude que humilde anda changueando
É dos jovens, que sem saber morrem nas guerras
América Latina, Latina América
Amada América, de sangue e suor
Talvez um dia o gemido das masmorras
E o suor dos operários e mineiros
Vão se unir à voz dos fracos e oprimidos
E as cicatrizes de tantos guerrilheiros
Talvez um dia o silêncio dos covardes
Nos desperte da inconsciência deste sono
E o grito do sepé na voz do povo
Vai nos lembrar, que esta terra ainda tem dono
E as sesmarias, de campos e riquezas
Que se concentram nas mão de pouca gente
Serão lavradas pelo arado da justiça
De norte a sul, no Latino Continente
terça-feira, 5 de junho de 2012
Arco e Flecha
Estou com arco e a flecha apontada ao horizonte, mirando o futuro promissor.
Pronta para atirar um alvo no ar.
Com a mão precisa e o coração no pulso do arco, esperando o tempo certo para soltar a flecha e então acertar o alvo da felicidade intensa de viver sem medo de errar.
Sou eu o arco.
Sou eu a flecha.
O alvo são meus objetivos.
O Espaço entre a flecha e o alvo é o meu limite de acertar e errar. Meu coração tem que ir junto com a flecha e a minha razão tem que se manter no arco no momento que os objetivos são alcançados.
Somos velozes e rodopiante no ar. É no ar que as energias vibram e trazem as respostas para o tiro certeiro.
O corpo infla de prazer pela conquista contudo a razão detém a calma de esperar o tempo de dizer a vitória.
Cada alvo acertado é um objetivo alcançado para esperança de tempos melhores, de que nesta vida os melhores valores são aqueles que plantados também são colhidos com prazer e humildade.
Somos forte na nossa simplicidade.
Pronta para atirar um alvo no ar.
Com a mão precisa e o coração no pulso do arco, esperando o tempo certo para soltar a flecha e então acertar o alvo da felicidade intensa de viver sem medo de errar.
Sou eu o arco.
Sou eu a flecha.
O alvo são meus objetivos.
O Espaço entre a flecha e o alvo é o meu limite de acertar e errar. Meu coração tem que ir junto com a flecha e a minha razão tem que se manter no arco no momento que os objetivos são alcançados.
Somos velozes e rodopiante no ar. É no ar que as energias vibram e trazem as respostas para o tiro certeiro.
O corpo infla de prazer pela conquista contudo a razão detém a calma de esperar o tempo de dizer a vitória.
Cada alvo acertado é um objetivo alcançado para esperança de tempos melhores, de que nesta vida os melhores valores são aqueles que plantados também são colhidos com prazer e humildade.
Somos forte na nossa simplicidade.
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