As vésperas das eleições e nada este ano publiquei a respeito.
Este ano novamente prefeito e vereador.
Tem novos candidatos no pareô; mas o atual prefeito esta na liderança.
votar ainda é algo difícil Ser politico num lugar da corrupção fala mais alto sempre fica mais difícil se ter envolvimento.
Cada dia mais nos isolamos de tudo e nos tornarmos pessoas de uma sociedade de individualizada, sem identidade, sem grito, sem cor, sem credo, sem nada.
Não são ateus e nem podem gritar que viva a sociedade parda, pois isso também é dizer sem cor para alguns. A lei privilegia a cor por erros do passado, tentando corrigir, o que a cor não determina sua identidade cultural e muito menos deveria determinar sua identidade econômica, mas aqui neste limítrofes geográficos isso tem sido motivo novamente de mobilização.
Estamos isolados de nos mesmos. Somos corpo etereo dentro de corpo de carne.
Criamos iscas para que os nos detestam comam e se fartem de nos.
Apodrecemos no pé sem gerar frutos.
E logo e tão logo mesmo com todo o conhecimento produzido o que nos restara será a mediocridade humana de saber que pensamos, mas sem saber direito pra que....
Estamos cada dia mais famintos de nós mesmos e buscamos nossas realizações pessoais e dispensamos tudo que esta do nosso lado.
Somos pó com vento e mas estamos nos tornando só pó para que o solo nos absorva sem ao menos ter nos conhecido.
Ainda com esperança de dias melhores para sociedade ou em direção ao fim dela.
Contos, Fatos e Histórias de quem as escreve. Imagens do dia-a-dia. Relatos sobre o mundo hoje. Um pouco de tudo.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Areia Movediça
Quase um mês de ausência.
Nem as músicas vieram acalentar este tempo sombrio, que esta custando a passar.
O mês em si passou rápido, mas os fatos que lhe aconteceram ainda tem desdobramentos...
Quanto mais acredito que vou melhorar, mais parece que me afogo.
É como estar em areia movediça.
Se ficarmos parado ela ira lhe soterrando aos poucos, se você tenta sair por si, fazendo força, mais rápido você se afunda.
O trabalho mal pago, mal realizado, mal concretizado é como areia movediça. Tortura você aos poucos ou quase de uma vez se voce brigar com ela.
Emprego e trabalho é algo a ser planejado. Não por anos mas por sonhos e convicções. Talentos também devem ser contados.
Interesse por algo que o motiva e ambicione a ser sempre melhor e isso renumere como valor devido, faz a diferença para no final tem uma troca justa.
Em tempos em que as trocas andam 'mais ou menos' isso é até possível de argumentar, porém em outros carnavais quando o emprego andava escaço qualquer preço é preço, então hoje está mais fácil se ter um preço justo por um trabalho justo.
Quero mais da vida.
E quero muito mais ver a minha vontade concretizada.
Nem as músicas vieram acalentar este tempo sombrio, que esta custando a passar.
O mês em si passou rápido, mas os fatos que lhe aconteceram ainda tem desdobramentos...
Quanto mais acredito que vou melhorar, mais parece que me afogo.
É como estar em areia movediça.
Se ficarmos parado ela ira lhe soterrando aos poucos, se você tenta sair por si, fazendo força, mais rápido você se afunda.
O trabalho mal pago, mal realizado, mal concretizado é como areia movediça. Tortura você aos poucos ou quase de uma vez se voce brigar com ela.
Emprego e trabalho é algo a ser planejado. Não por anos mas por sonhos e convicções. Talentos também devem ser contados.
Interesse por algo que o motiva e ambicione a ser sempre melhor e isso renumere como valor devido, faz a diferença para no final tem uma troca justa.
Em tempos em que as trocas andam 'mais ou menos' isso é até possível de argumentar, porém em outros carnavais quando o emprego andava escaço qualquer preço é preço, então hoje está mais fácil se ter um preço justo por um trabalho justo.
Quero mais da vida.
E quero muito mais ver a minha vontade concretizada.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Ser diferente faz diferença
Com a cabeça a mil por hora, por conta de trabalho estressante, acabo sempre caindo em fuga.
Fuga para as palavras soltas ao vento como o meu desejo de sentir meu cabelos ao sabor do vento na beira da praia como meus pés dentro d'água.
Na sordidez do trabalho pensante não remunerado, e o resultado mal pago, me dá ainda a angustia de me perguntar se vale apena preparar provas para os alunos; pois ainda acredito que nenhuma prova me fez aprender mais ou saber mais que a minha curiosidade ...
Me vejo como uma professorinha meia boca ... como palavras tortas, com conhecimento dúbio sobre o que mesmo leciono e volto questionado para que estou ensinando aquilo....
Seria mais fácil poder abrir os livro e eles mesmo mostrassem aquilo que vale apena ser apreendido .... aquilo que a curiosidade nos impulsiona.
As minhas histórias, muitas são o retrato da curiosidade que tinha sobre a minha família, queria entender por que eramos tão diferentes, por que me sentia tão diferente, por que varias vezes me sentia um E.T. na mesma sociedade a qual diziam veemente que eu era parte.
Me sentia excluída. Ora por cor ora por não representar nada daquilo que os demais representavam ... era eu a diferente não eles .. e por muitas vezes queria ser igual e muitas outras a minha razão dizia que o melhor era ser diferente.
Diferente!
Diferente para quem?
Para mim ou para ou outros? Eu me sentia diferente dos outros. Em casa eu era igual, mesmo criança, me julga estranha por ser criança.
Ser diferente é o que me fez forte, pois eu não desisti de mim mesma, acreditei que sendo uma coruja num ninho de patos ainda poderia ser aceita pelos patos.
Não precisamos de aceitação. Precisamos de coerção. Precisamos perceber o que somos diante da vida.
Somos apenas um monte de histórias, muitas vezes mal contadas, mal redigidas e mal interpretadas ora por nós ora por quem vive conosco.
E mesmo que nos julguem, deixem julgar. Se batem deixem bater. Se for revidar revide com o que há de melhor sua consciência e sua inteligencia e não vingativa.
É o stress ta me detonando .... Deixa eu sonhar logo com os meus pés dentro d'água.
Fuga para as palavras soltas ao vento como o meu desejo de sentir meu cabelos ao sabor do vento na beira da praia como meus pés dentro d'água.
Na sordidez do trabalho pensante não remunerado, e o resultado mal pago, me dá ainda a angustia de me perguntar se vale apena preparar provas para os alunos; pois ainda acredito que nenhuma prova me fez aprender mais ou saber mais que a minha curiosidade ...
Me vejo como uma professorinha meia boca ... como palavras tortas, com conhecimento dúbio sobre o que mesmo leciono e volto questionado para que estou ensinando aquilo....
Seria mais fácil poder abrir os livro e eles mesmo mostrassem aquilo que vale apena ser apreendido .... aquilo que a curiosidade nos impulsiona.
As minhas histórias, muitas são o retrato da curiosidade que tinha sobre a minha família, queria entender por que eramos tão diferentes, por que me sentia tão diferente, por que varias vezes me sentia um E.T. na mesma sociedade a qual diziam veemente que eu era parte.
Me sentia excluída. Ora por cor ora por não representar nada daquilo que os demais representavam ... era eu a diferente não eles .. e por muitas vezes queria ser igual e muitas outras a minha razão dizia que o melhor era ser diferente.
Diferente!
Diferente para quem?
Para mim ou para ou outros? Eu me sentia diferente dos outros. Em casa eu era igual, mesmo criança, me julga estranha por ser criança.
Ser diferente é o que me fez forte, pois eu não desisti de mim mesma, acreditei que sendo uma coruja num ninho de patos ainda poderia ser aceita pelos patos.
Não precisamos de aceitação. Precisamos de coerção. Precisamos perceber o que somos diante da vida.
Somos apenas um monte de histórias, muitas vezes mal contadas, mal redigidas e mal interpretadas ora por nós ora por quem vive conosco.
E mesmo que nos julguem, deixem julgar. Se batem deixem bater. Se for revidar revide com o que há de melhor sua consciência e sua inteligencia e não vingativa.
É o stress ta me detonando .... Deixa eu sonhar logo com os meus pés dentro d'água.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
A cultura de consumo e os memes
Se a tempos de outrora o mundo foi bipolar, hoje dizemos que ele multipolar.
Num tempo que tudo acontece tudo ao mesmo tempo e você não precisa mais sair de casa pra ir fazer comprar e pode pedir mil coisas pelo telefone, a cultura e as 'piadas' passam pela mesma dinâmica perversa da rapidez do teclar dos Ipads....
Este tempo que beira a linha do absurdo, não pela agilidade mas pela quase imbecilidade das informações que compramos a cada meio segundo.
As novas centralidade são dispares, com interesses por horas comum e por outras dispares, são os polos econômicos da moda mundial.
Daqui a mais um pouco eles também serão obsoletos quando a Luíza que foi pro Canadá e foram avisar que ela já voltou só pra constar que virou moda no Brasil das coisas fúteis.
Contamos o tempo do dinheiro com o tempo que virar como a menina do leite que contava com os ovos que iria comprar mas o leite derramou antes dela ter o dinheiro na mão.
Somos uma bola de consumo desenfreada, se não podemos consumir, recriamos o que precisamos, e se nada esta bom, inventamos algum futebol para nos alegrar.
Educação para alguns pensarem que detém o conhecimento enquanto muitos acham o que a escola ensina basta para trabalhar com escravos da mesma linha de consumo que os gerou. Pensar cansa, exauri, machuca, desperdiça,envelhece e não alimenta as bocas sem dentes e famintas de comida, pois pra livro virar comida muito ainda morreram de fome e sede sem entender uma linha do que dizemos aqui.
Precisamos para ontem de mil técnicos e engenheiros e médicos, enquanto uma minoria ingrata que vive de governar não entende nada de ciência e continua achando que só livro ira alimentar corações mentes e bocas.....
Consumimos tudo desvairadamente sem pensar.
Pensamos sim na novela que vai estrear, no futebol que vai passar, no filme que vai estrear, no galã que surgiu, nos grupos jovens que começaram a fazer sucesso, na pressa que temos pra fazer o trabalho, na chegada do fim de semana, no beijo do namorado/a, na briga que tivemos na semana passada, do novo eletrodoméstico que surgiu, na rapidez das notícias e tudo que é legal na internet....
Logo eu esqueço que é mais fácil ir devagar, observar as arvores e os pássaros, ver o mar, ouvir a chuva, viver com o que tem, ser feliz com o que é ...
E agora é a hora dos memes politicos .. e logo logo todos estarão algum refrão 'brilhante' na boca ou melhor nos dedos escrevendo ou compartilhando .... ai... eu não mereço!
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Colorido da vida
Tenho ficado surpresa com algumas coisas que leio e outras tantas que ouço.
O tempo tem passado muito depressa e muito pouco tenho me dedicado as minhas leituras, aos videos, as paisagens, ao mundo presente e ao mundo interno.
Esses dias as flores de maio desabrocharam junto com as violetas. O clima seco e quente durante o dia tem sido muito agradaveis para um inverno. Apesar de aqui no Rio quase nunca fazer inverno.
Os dias estão ensolarados.
Gostaria de andar mais ao sol e ao ar livre.
Tenho trabalho por vezes demais.
Meu corpo cansa e a minha mente me alerta: ainda falta!
A mediocridade das coisas.... a efemeridade da vida .... o consumo desnecessário .... o vazio que nos derruba .... a solidão da alma em meio as multidão surdas.....
somos o que somos engrenagem de uma grande máquina.
E sem ser máquina ainda podemos sonhar com as cores que gostaríamos de colorir nosso mundo.
O tempo tem passado muito depressa e muito pouco tenho me dedicado as minhas leituras, aos videos, as paisagens, ao mundo presente e ao mundo interno.
Esses dias as flores de maio desabrocharam junto com as violetas. O clima seco e quente durante o dia tem sido muito agradaveis para um inverno. Apesar de aqui no Rio quase nunca fazer inverno.
Os dias estão ensolarados.
Gostaria de andar mais ao sol e ao ar livre.
Tenho trabalho por vezes demais.
Meu corpo cansa e a minha mente me alerta: ainda falta!
A mediocridade das coisas.... a efemeridade da vida .... o consumo desnecessário .... o vazio que nos derruba .... a solidão da alma em meio as multidão surdas.....
somos o que somos engrenagem de uma grande máquina.
E sem ser máquina ainda podemos sonhar com as cores que gostaríamos de colorir nosso mundo.
sábado, 4 de agosto de 2012
Nobreza das palavras
É no silencio frio da noite, na alta madrugada, que a palavra quando dita ganha forma.
Ela invade todos os espaço, toma o ar pra si e se esvai logo quando o som cessa.
A palavra durante o dia, quando todos falam, e os barulhos se multiplicam em alto falantes, ela perde a forma e fica presa só a cavidade do ouvido.
Em pouco mais de tempo ela desespera e some e perder-se totalmente na imensidão de tanto som ao vento.
As palavras tem vida própria, ditas sozinhas são mais fortes, em conjunto em frase em texto em dialogo, são menores contudo indissociáveis. Formam uma corrente que nos prende e amarra.
Só no silencio puro e limpido que percebemos sua nobreza.
Aos surdos as palavras tem outros sentido, tem outros movimentos que preenche espaços e ganham formas em sinais que na escuridão da noite também muito pouco se poderá ver.
É na luz do dia quando todos estão acordados que a palavra passa ser comunicação e vive como joia rara na boca das pessoas que sabem usa-las.
Ela invade todos os espaço, toma o ar pra si e se esvai logo quando o som cessa.
A palavra durante o dia, quando todos falam, e os barulhos se multiplicam em alto falantes, ela perde a forma e fica presa só a cavidade do ouvido.
Em pouco mais de tempo ela desespera e some e perder-se totalmente na imensidão de tanto som ao vento.
As palavras tem vida própria, ditas sozinhas são mais fortes, em conjunto em frase em texto em dialogo, são menores contudo indissociáveis. Formam uma corrente que nos prende e amarra.
Só no silencio puro e limpido que percebemos sua nobreza.
Aos surdos as palavras tem outros sentido, tem outros movimentos que preenche espaços e ganham formas em sinais que na escuridão da noite também muito pouco se poderá ver.
É na luz do dia quando todos estão acordados que a palavra passa ser comunicação e vive como joia rara na boca das pessoas que sabem usa-las.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Solidão
Gosto de música brasileira de verdade, música de raiz. Gosto do gosto do sertão.
Gosto da viola caipira repentista, cantada e encantada na noite de festa enfeitada.
Brilha longe estrelinha.
Brilhe longe estrelinha.
Brilhe longe estrelinha.
Sol quente e iluminado, transbordando o mundo em luz e calor.
Transforma a escuridão em vida transmutada.
Enquanto em seu terrário, sua entrada, assim faz a vida e mantem confinado toda a água ali necessária.
Entra a luz e guarda a água.
Energia e propulsão.
Energia e propulsão.
Faz dia e faz noite, sempre dentro de sua redoma de vidro com auxilio de outra mão.
No confinamento do terrário, o Sol é o melhor companheiro
A água a fonte indispensável a vida.
Alceu Valença - Solidão.
A solidão é fera, a solidão devora.
É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração.
A solidão é fera, a solidão devora.
É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração.
A solidão é fera,
É amiga das horas,
É prima-irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos
Causando um descompasso no meu coração.
A solidão dos astros;
A solidão da lua;
A solidão da noite;
A solidão da rua.
A solidão é fera, a solidão devora.
É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração.
A solidão é fera,
É amiga das horas,
É prima-irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos
Causando um descompasso no meu coração.
Causando um descompasso no meu coração.
A solidão dos astros;
A solidão da lua;
A solidão da noite;
A solidão da rua.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Imperator - Uma casa de show bem carioca.
Já fez um mês que o Imperator reabriu no Centro do Meier- na rua Dias da Cruz - no seu antigo endereço - totalmente remodelado, nos cuidados da prefeitura, após 16 anos de fechamento e quase abandonado.
Os interesse das igrejas neopentencostais de comprar o espaço foi grande mas não foi cumprindo (graça a Deus! O espaço das artes virar templo religioso seria um pecado muito maior para um bairro nobre quanto o Meier).
Os interesse das igrejas neopentencostais de comprar o espaço foi grande mas não foi cumprindo (graça a Deus! O espaço das artes virar templo religioso seria um pecado muito maior para um bairro nobre quanto o Meier).
Fato que o espaço onde abriga a casa de espetáculos já foi uma escola publica, já foi o maior cinema da América Latina e também a maior casa de show do Brasil, antes da construção do Metropolitan na Barra. O tempo passou e os antigos proprietários do espaço faliram abandonado-o a própria sorte. Sorte que a população do bairro brigou e muito para ver novamente aquele imenso espaço social revitalizado e congregando com a sociedade local e da cidade.
A reinauguração feita pela prefeitura da cidade também trouxe ao Imperator um novo nome: Centro cultural João Nogueira. Que muito alegam que não tem em nada haver com o espaço e nem com o bairro. Enganam-se quem quem diz que não tem haver com o bairro, pois tem. No próprio Imperator tem hoje um espaço de memoria do cantor e compositor que viveu alguns anos no Meier nas proximidades do espaço. O Imperator tem sim muito mais história para contar que talvez o sambista - não tenha duvida - até porque ele é um espaço social da cidade, tem sua própria historiografia. Sua reabertura a população carioca é um marco e vejo como uma renovação do espaço teatral da cidade - hoje a cidade esta reabrindo os grandes teatros que a muitos andavam fechados e esquecidos.
Podemos dizer que isso é causa do entusiasmo econômico, o novo processo de desenvolvimento econômico da cidade em prol dos grandes acontecimentos esportivos ou quem sabe ao desenvolvimento do pré-sal. Fato que hoje a cidade tem mais um enorme espaço cultural moderno com multisalas, com ar condicionado, com estacionamento próprio, com acústica própria reformada, com três ambientes distintos, pronto para ter cinema, teatro, show tudo num único lugar e podendo ter mais de um evento ocorrendo no mesmo espaço atendendo os pedidos do moradores do Meier. Acho que isso voltamos valorizar o Meier que andava esquecido graças ao Norte Shopping. Quem sabe isso também não aumente a visibilidade do bairro e o seu comercio que anda meio caído.
E mesmo com o fim da era Canecão, surgi o Miranda, o Imperator, o teatro Ipanema, os espaços culturais da prefeitura, o parque de Madureira, e outro mais deverão despontar na cidade nos próximos dois anos e depois sim saberemos quais sobreviveram aos movimentos esportivos e o que restara a esta cidade de verdadeiramente bom.
Os que sobreviverem irão contar essas histórias.
sábado, 14 de julho de 2012
Férias
Aguardadas com certa ansiedade.
Estão próximas, porém serão curtas como inverno carioca.
As festas juninas virarão julhinas graças a Rio +20.
O tempo mudou. Os dias estão mais curtos.
As noites mais frias.
O carioca estranha o frio e procura os casacos escassos do armário
E continuo meio doente.
Logo isso acaba como as férias e o calor dos trópicos volta a reinar soberano sob os dias de invernico carioca.
Quem sabe o calor dos braços e abraços e algumas festas julhinas seja um otimo rémedio.
Estão próximas, porém serão curtas como inverno carioca.
As festas juninas virarão julhinas graças a Rio +20.
O tempo mudou. Os dias estão mais curtos.
As noites mais frias.
O carioca estranha o frio e procura os casacos escassos do armário
E continuo meio doente.
Logo isso acaba como as férias e o calor dos trópicos volta a reinar soberano sob os dias de invernico carioca.
Quem sabe o calor dos braços e abraços e algumas festas julhinas seja um otimo rémedio.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Alessandra Leão - Dois cordões
OK!
To eu novamente falando de música. De música boa, arretada, sem chicletes furrecas que andam tocando nas rádios. Esta cantora me empolgou com o trabalho apresentado a um ano no Quintas do BNDES.
Alessandra é uma pernambucana arretada. E este trabalho é muito bom. Não só eu que digo
Olhem só!
Por conta dessas e outras só tenho ouvido isso esses dias. E para dividir novamente meu gosto duvidoso
deixo um letrinha pra vosmecês!
To eu novamente falando de música. De música boa, arretada, sem chicletes furrecas que andam tocando nas rádios. Esta cantora me empolgou com o trabalho apresentado a um ano no Quintas do BNDES.
Alessandra é uma pernambucana arretada. E este trabalho é muito bom. Não só eu que digo
Olhem só!
Por conta dessas e outras só tenho ouvido isso esses dias. E para dividir novamente meu gosto duvidoso
deixo um letrinha pra vosmecês!
Atirei
Alessandra Leão
Atirei mas não vi
A bala rasgou o ar
Não era bala morteiro
Não era para matar
Atirou quando viu
A bala rasgou o ar
E era para matar (Refrão)
E era para matar (Refrão)
E eu não atirarei
Não venha apontar
Pro peso do disparo
Quem foi disparar
Não posso estancar
O sangue que jorrei
Se vai não voltarei
Parou pra atirar
A bala rasgou...
O corpo tombou...
(Refrão)
No passo que andou
Nem dava pra olhar
O dedo no gatilho
Puxou pra matar
Quem vai incriminar
Um anjo que atirou
Nem viu quando matou
Correu sem frear
Eu não atirei
E eu não atirei
E eu não atirarei
Não venha apontar
Pro peso do disparo
Quem foi disparar
Não posso estancar
O sangue que jorrei
Se vai não voltarei
Parou pra atirar
A bala rasgou...
O corpo tombou..
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