Através de uma janela se via um dia iluminado lá fora. Com certeza esta um dia quente, apesar de ser ainda final de inverno. A primavera esta ousando chegar mais cedo.
A friez de Lúcia era visível quando passava pelo corredores do prédio que trabalhava. Parecia que nada poderia fazê-la rir ou mover-se da dureza estranha do seu rosto.
Quem a conhecia sabia que não era assim. Mas o que a incomodava tanto?
Quem ousaria quebrar seu aspecto sombrio?
Todos os dias ela parece que espera que algo entre pela janela e mude a direção.
Nada acontece.
A observo de longe com tristeza e contrição de me sentir imóvel diante da vida.
O que será de Lúcia em seu silencio, na sua ausência social ?
O escritório, a repartição, o andar e nada dentro da empresa ira toca-la; da mesma forma que entrou saíra, sem causar impacto algum. Sua presença não faz presente , não causa diferença no funcionamento da maquina de produzir conteúdo urbano plausível.
Talvez um dia consiga publicar algum artigo suficiente bom para que a editora relembre dela.
Enquanto isso, vejo o dia passar pela janela o dia rarefeito da segunda feira.
Contos, Fatos e Histórias de quem as escreve. Imagens do dia-a-dia. Relatos sobre o mundo hoje. Um pouco de tudo.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
sábado, 19 de julho de 2008
Políticos II
Hoje ao abrir o jornal, me deparei com as imagens dos futuros candidatos a prefeito da cidade.
- Que coisa incrível!
As imagens dos “santinhos” todas melhoradas a base de photoshop ou talvez com aplicação de alguns recursos de maquiagem e de estética butulimica.
- Uhnn.
O problema político continua dando as caras; concertadas nas fotos, mas ainda bem tortas na vida real.
- Incrível!
Não sei como perco tempo lendo jornal de domingo. Já teve um tempo em que recebia assinatura em casa e praticamente só lia o de domingo, pois trazia um resumo da semana, as notícias de lazer do finds. inteiro (jornal chegava sábado), lia o resumo de todas as novelas e ainda era presenteada com boas notícias com errata na primeira contra capa e com um índice na capa; fica bem mais fácil me direcionar para o próximo caderno ou a noticia que mais me interessava.
Pena que este tempo foi curto pra mim – seis meses. O jornal de domingo (todos os do RJ) andam ruins num conjunto – visual, conteúdo, organização e apresentação das matérias – talvez seja por isso que diminui e muito a minha aquisição de jornais e tenho lido as noticias pela Internet, com visual mais agradável, informações mais fáceis de acessar.
Será que está mudança jornalística também não tem um aparato político politiqueiro?
Desculpe-me aos que gostam deste modelo descartável, mas acredito em algumas afirmações que se apresentaram no programa Observatório da imprensa, que levanta a bola para um jornalismo idôneo e declara que este jornalismo que esta sendo apresentado é uma forma política atroz. Vou além, digo que o jornalismo hoje esta sendo confeccionado e vendido por políticos politiqueiros de plantão na boca da noticia mais sangrenta para estampar a capa do jornal.
Amanham Domingo o jornal da segunda edição terá na capa um obituário certo o da Dercy Gonçalves, mas com certeza terá outros obituários juntos com a Estrela – os dos Zés Ninguéns que se tornam ilustres a pós a morte por uma ação criminosa qualquer.
São políticos com suas plásticas. Artistas com suas interpretações. Os desportistas para nos fazer torcer. Os patrões para nós pagar e nós aqui comendo farinha com rapadura, vendo e lendo um monte de informação oca.
Esquecemos novamente que a política começa em nos como cidadãos, sabendo que é preciso pensar e conhecer antes de votar. Não basta imagem bonitinha, tem que ter ação de conduta.
E chega de política por hoje. Vou partir para os meus Sapatos.
Mas PENSEM mesmo antes de votar – direito e obrigação – para que possamos ter um candidato no governo municipal, que represente de forma eficiente, os interesses de todos, mas que consiga fazer cumprir com suas promessas de campanha.
- Que coisa incrível!
As imagens dos “santinhos” todas melhoradas a base de photoshop ou talvez com aplicação de alguns recursos de maquiagem e de estética butulimica.
- Uhnn.
O problema político continua dando as caras; concertadas nas fotos, mas ainda bem tortas na vida real.
- Incrível!
Não sei como perco tempo lendo jornal de domingo. Já teve um tempo em que recebia assinatura em casa e praticamente só lia o de domingo, pois trazia um resumo da semana, as notícias de lazer do finds. inteiro (jornal chegava sábado), lia o resumo de todas as novelas e ainda era presenteada com boas notícias com errata na primeira contra capa e com um índice na capa; fica bem mais fácil me direcionar para o próximo caderno ou a noticia que mais me interessava.
Pena que este tempo foi curto pra mim – seis meses. O jornal de domingo (todos os do RJ) andam ruins num conjunto – visual, conteúdo, organização e apresentação das matérias – talvez seja por isso que diminui e muito a minha aquisição de jornais e tenho lido as noticias pela Internet, com visual mais agradável, informações mais fáceis de acessar.
Será que está mudança jornalística também não tem um aparato político politiqueiro?
Desculpe-me aos que gostam deste modelo descartável, mas acredito em algumas afirmações que se apresentaram no programa Observatório da imprensa, que levanta a bola para um jornalismo idôneo e declara que este jornalismo que esta sendo apresentado é uma forma política atroz. Vou além, digo que o jornalismo hoje esta sendo confeccionado e vendido por políticos politiqueiros de plantão na boca da noticia mais sangrenta para estampar a capa do jornal.
Amanham Domingo o jornal da segunda edição terá na capa um obituário certo o da Dercy Gonçalves, mas com certeza terá outros obituários juntos com a Estrela – os dos Zés Ninguéns que se tornam ilustres a pós a morte por uma ação criminosa qualquer.
São políticos com suas plásticas. Artistas com suas interpretações. Os desportistas para nos fazer torcer. Os patrões para nós pagar e nós aqui comendo farinha com rapadura, vendo e lendo um monte de informação oca.
Esquecemos novamente que a política começa em nos como cidadãos, sabendo que é preciso pensar e conhecer antes de votar. Não basta imagem bonitinha, tem que ter ação de conduta.
E chega de política por hoje. Vou partir para os meus Sapatos.
Mas PENSEM mesmo antes de votar – direito e obrigação – para que possamos ter um candidato no governo municipal, que represente de forma eficiente, os interesses de todos, mas que consiga fazer cumprir com suas promessas de campanha.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Fernanda Brum
Tanta amargura escondi
O medo de não acertar
Sonhos coloridos destruí
Que eu não quero mais lembrar
Não vou mais chorar
Foi o que eu decidi
Não vou mais sofrer
Pra que viver assim
Com imagens da infância, comecei a chorar
Caí na caixa das lembranças
Lembrei do teu olhar
Enchi meus olhos de esperança
comecei a cantar
Entrei de vez naquela dança
Para nunca mais voltar
Cura -me em minhas lembranças cura o meu altar
Cura-me, sou tua criança
CURA-ME!
Cura-me, Senhor Jeova
O medo de não acertar
Sonhos coloridos destruí
Que eu não quero mais lembrar
Não vou mais chorar
Foi o que eu decidi
Não vou mais sofrer
Pra que viver assim
Com imagens da infância, comecei a chorar
Caí na caixa das lembranças
Lembrei do teu olhar
Enchi meus olhos de esperança
comecei a cantar
Entrei de vez naquela dança
Para nunca mais voltar
Cura -me em minhas lembranças cura o meu altar
Cura-me, sou tua criança
CURA-ME!
Cura-me, Senhor Jeova
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Política
É o tempo anda depressa, anda depressa demais.
Foi ontem que se teve a ultima eleição, foi ano passado que estavamos vivendo o periodo do PAN Americano, agora nos preparamos para a Olimpiadas Pequim, daqui a mais três meses estaremos vivendo mais uma eleição.
Bem, o fato é que já estamos vivendo as eleições, com cartazes e planfetos sendo entregues nas ruas.
Talvez tenha gente que ainda não percebeu a informação visual clara estampada em quase todas as grandes esquinas. Daqui a mais uns dias serão centenas de homens outdors espalhados pelas ruas da cidade vendendo a imagem de alguem que eles mesmo também não conhecem.
Políticos.
politicos politiqueiros de imagem falsa de reputação questionavel curruptiveis e de caras lavadas prometendo o que eles mesmo não sabem como fazer.
Serão embreve um deles PREFEITO de uma Cidade, de uma Metropole ou mesmo de uma Vila. Prefeitos perfeitos aos que lhes convem.
E os nobres cidadão que irão por eles brigar e dizer que são seus candidatos e os representaram com confiança na direção do lugar.
Somos mestres de sermos enganados.
Ora quem briga por quem no governo, em que se governa pra si mesmo?
Tenho uma posição politica , não sou uma anarquista e nem de centro e muito menos uma possivel socialista revindicalista.
Acredito que é hora sim de começarmos a analizar em quem devemos ou podemos votar e porque votar e o que podemos exigir- pensando quais são as nossas obrigações e quais os nosso direitos - e tomarmos uma postura POLITICA diante das questões que interfere a todos que moram num determinado lugar.
O lugar é o primeiro espaço de morada do habitante.
Pense cidadão e aja com cidadania diante do direito de escolher o seu representante politico.
Foi ontem que se teve a ultima eleição, foi ano passado que estavamos vivendo o periodo do PAN Americano, agora nos preparamos para a Olimpiadas Pequim, daqui a mais três meses estaremos vivendo mais uma eleição.
Bem, o fato é que já estamos vivendo as eleições, com cartazes e planfetos sendo entregues nas ruas.
Talvez tenha gente que ainda não percebeu a informação visual clara estampada em quase todas as grandes esquinas. Daqui a mais uns dias serão centenas de homens outdors espalhados pelas ruas da cidade vendendo a imagem de alguem que eles mesmo também não conhecem.
Políticos.
politicos politiqueiros de imagem falsa de reputação questionavel curruptiveis e de caras lavadas prometendo o que eles mesmo não sabem como fazer.
Serão embreve um deles PREFEITO de uma Cidade, de uma Metropole ou mesmo de uma Vila. Prefeitos perfeitos aos que lhes convem.
E os nobres cidadão que irão por eles brigar e dizer que são seus candidatos e os representaram com confiança na direção do lugar.
Somos mestres de sermos enganados.
Ora quem briga por quem no governo, em que se governa pra si mesmo?
Tenho uma posição politica , não sou uma anarquista e nem de centro e muito menos uma possivel socialista revindicalista.
Acredito que é hora sim de começarmos a analizar em quem devemos ou podemos votar e porque votar e o que podemos exigir- pensando quais são as nossas obrigações e quais os nosso direitos - e tomarmos uma postura POLITICA diante das questões que interfere a todos que moram num determinado lugar.
O lugar é o primeiro espaço de morada do habitante.
Pense cidadão e aja com cidadania diante do direito de escolher o seu representante politico.
domingo, 25 de maio de 2008
A amizade.
A minha mãe dizia:
"- O unico amigo da gente, filha, é Deus e eu que sou tua mãe!"
Passei muito tempo dizendo que isso não poderia ser verdade.
Passei anos da minha vida tentando dar sentido a vida atravez daquilo que restava de escolhas que era as amizades.
Sempre tive - e acho que ainda tenho - os meus laços de amizades como algo inestimavel - que nada poderia abalar o que sentia por aquela pessoa.
O tempo passou.
Deus levou para junto de si os meus melhores amigos, ou aqueles em que mais confiava.
Tive raiva. Muita raiva.
Aprendi a duvidar das pessoas pelos seus atos....
Aprendi que o que se tem agora pode não se ter mais no piscar de olhos.
Que é valioso demais dizer eu te amo.
ME guardei; na esperança inutil de não me machucar.
Resolvi deixar que me escolhecem como amiga que eu escolhe-se com quem criar laços...
Desata-los fere.
Mais uma vez apostei que poderia sair da minha masmora e sentir o sabor adocicado de escolher amigos ou se sentir escolhidos por eles...
Novamente vem um punhal de prata pelas costas e me ataca sem me deixar me defender.
É bom ter amigos !
Para aprender se defender do mundo, para acreditar em sonhos de amor incondicional, para ter alegrias inimaginaveis. Para acreditar que aquela amizade é o sinonimo da liberdade de esperimentar o mundo sem ter medo de erra com alguem cobrando de vc o tempo todo.
A amizade é simples como a flor do campo
mas tão importante para ecossistema da vida.
Hj não vou dizer nada aos meus amigos.
Eles sabem, talvez melhor do que eu, que nesta vida tudo é efemero; é o que mais importa nesta vidad é apreender a viver com sonhos.
aos sonhos!
"- O unico amigo da gente, filha, é Deus e eu que sou tua mãe!"
Passei muito tempo dizendo que isso não poderia ser verdade.
Passei anos da minha vida tentando dar sentido a vida atravez daquilo que restava de escolhas que era as amizades.
Sempre tive - e acho que ainda tenho - os meus laços de amizades como algo inestimavel - que nada poderia abalar o que sentia por aquela pessoa.
O tempo passou.
Deus levou para junto de si os meus melhores amigos, ou aqueles em que mais confiava.
Tive raiva. Muita raiva.
Aprendi a duvidar das pessoas pelos seus atos....
Aprendi que o que se tem agora pode não se ter mais no piscar de olhos.
Que é valioso demais dizer eu te amo.
ME guardei; na esperança inutil de não me machucar.
Resolvi deixar que me escolhecem como amiga que eu escolhe-se com quem criar laços...
Desata-los fere.
Mais uma vez apostei que poderia sair da minha masmora e sentir o sabor adocicado de escolher amigos ou se sentir escolhidos por eles...
Novamente vem um punhal de prata pelas costas e me ataca sem me deixar me defender.
É bom ter amigos !
Para aprender se defender do mundo, para acreditar em sonhos de amor incondicional, para ter alegrias inimaginaveis. Para acreditar que aquela amizade é o sinonimo da liberdade de esperimentar o mundo sem ter medo de erra com alguem cobrando de vc o tempo todo.
A amizade é simples como a flor do campo
mas tão importante para ecossistema da vida.
Hj não vou dizer nada aos meus amigos.
Eles sabem, talvez melhor do que eu, que nesta vida tudo é efemero; é o que mais importa nesta vidad é apreender a viver com sonhos.
aos sonhos!
segunda-feira, 19 de maio de 2008
O menestrel de araque
Hoje era pra ser um dia dedicado as minhas tabelas favoritas, porém pela manhã como sempre vem algo pra me tirar o prumo da minha ordem.. Não deveria!
O que aconteceu que eu vi um vídeo de aproximadamente 15 mins. e que tinha a leitura teatral de texto que dizia que cujo o autor seria nada mais nada menos que o nosso conhecido Willian Shakespeare, o que me incomodou um pouco, pois como um dramaturgo escreveria um texto deste, sendo ele um tragicômico inveterado, o que ele tem de sombrio ele tem de engraçado. E este aqui em questão, é uma lira (?) critica, de auto ajuda como teimam em dizer – não acho q seja auto ajuda – ainda esta um tanto acido pra isso.
Durante a pesquisa encontrei os reais autores da obra, se posso assim mencionar. A parte em negro é um versão traduzida do texto da srª . Veronica A. Shoffstall, que escreveu o texto em inglês e esta registrado como After A While. A aparte em vermelho tem como base nos enxertos feitos pela srtª Camila de Lima, porém são sei se os enxertos são somente dela- fica difícil- porém a ultima frase faz parte de uma relações de citações do tal Willian- (site oficial em inglês!). Xi!! Deu nó!
Eu por minha vez não quis ficar de fora desta ratoeira, e resolvi fazer algumas mudanças no texto enxertado, e mudei uma única palavra da tradução original do texto no qual coloquei entre aspas, exatamente por não ser a que foi utilizada pelo autor da tradução. Contudo acho este texto com algumas verdades e outras tantas palavras que às vezes queremos dizer e não sabemos exatamente como... Temos o mal habito de cair em meio ao vôo dos nossos sonhos, ou por não sermos persistentes ou por não sabermos a hora de parar de voar em direção ao Sol...
Os créditos deste ficam a sr. ou srtª Vanessa Lampert, que é autora do site Autor Desconhecido (http://www.autordesconhecido.blogger.com.br/), que tem ótimas referências sobre os reais autores de textos que circulam pro ai na Internet como este que vós posto.
O MENESTREL
Um dia você aprende que...
Depois de algum tempo você aprende a a sutil diferença, entre dar a mão e “prender” uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se,e que companhia não quer sempre dizer segurança.E você começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com sua cabeça erguida e seus olhos adiante, com a graça de um adulto e não a tristeza de uma criança. E você aprende a construir todas as estradas hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio do vôo. Depois de um tempo você aprende que até a luz do sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E você aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
E você aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Você Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Você Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você É na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Você começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você mesmo pode ser.
Você Descobre que se leva muito tempo para se tornar à pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Você Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Você Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Você Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Você Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Você Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Você Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... Que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.
O que aconteceu que eu vi um vídeo de aproximadamente 15 mins. e que tinha a leitura teatral de texto que dizia que cujo o autor seria nada mais nada menos que o nosso conhecido Willian Shakespeare, o que me incomodou um pouco, pois como um dramaturgo escreveria um texto deste, sendo ele um tragicômico inveterado, o que ele tem de sombrio ele tem de engraçado. E este aqui em questão, é uma lira (?) critica, de auto ajuda como teimam em dizer – não acho q seja auto ajuda – ainda esta um tanto acido pra isso.
Durante a pesquisa encontrei os reais autores da obra, se posso assim mencionar. A parte em negro é um versão traduzida do texto da srª . Veronica A. Shoffstall, que escreveu o texto em inglês e esta registrado como After A While. A aparte em vermelho tem como base nos enxertos feitos pela srtª Camila de Lima, porém são sei se os enxertos são somente dela- fica difícil- porém a ultima frase faz parte de uma relações de citações do tal Willian- (site oficial em inglês!). Xi!! Deu nó!
Eu por minha vez não quis ficar de fora desta ratoeira, e resolvi fazer algumas mudanças no texto enxertado, e mudei uma única palavra da tradução original do texto no qual coloquei entre aspas, exatamente por não ser a que foi utilizada pelo autor da tradução. Contudo acho este texto com algumas verdades e outras tantas palavras que às vezes queremos dizer e não sabemos exatamente como... Temos o mal habito de cair em meio ao vôo dos nossos sonhos, ou por não sermos persistentes ou por não sabermos a hora de parar de voar em direção ao Sol...
Os créditos deste ficam a sr. ou srtª Vanessa Lampert, que é autora do site Autor Desconhecido (http://www.autordesconhecido.blogger.com.br/), que tem ótimas referências sobre os reais autores de textos que circulam pro ai na Internet como este que vós posto.
O MENESTREL
Um dia você aprende que...
Depois de algum tempo você aprende a a sutil diferença, entre dar a mão e “prender” uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se,e que companhia não quer sempre dizer segurança.E você começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com sua cabeça erguida e seus olhos adiante, com a graça de um adulto e não a tristeza de uma criança. E você aprende a construir todas as estradas hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio do vôo. Depois de um tempo você aprende que até a luz do sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E você aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
E você aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Você Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Você Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você É na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Você começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você mesmo pode ser.
Você Descobre que se leva muito tempo para se tornar à pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Você Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Você Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Você Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Você Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Você Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Você Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... Que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.
Meu Recanto
Do alto da varanda da casa da minha avó, lá em Três Coroas, se via a estrada que levava gente a ate a Serra Gaúcha ou a gente de volta pra casa, caminho que passa por Porto alegre.
A minha avó sabia todos os horários dos ônibus que viam de Porto alegre e os ficava cantando junto ao som do radio que “pegava” varias freqüências de ondas. Era assim que a noticia chegava lá.
Bem o vizinho mais perto ficava a uns 15 minutos andando na estrada de terra que passava no vilarejo de Moreira, que abriga um orfanato, um cemitério e uma igreja, todos da comunidade Luterana do Brasil.
Os rostos das pessoas sempre me pareciam familiar, era como estivesse na minha casa. O sitio era frondoso coberto por arvores frutíferas, com gado, galinha, pato, marreco, porco, cavalo, tinha o rio, a cachoeirinha, a horta e um monte de araucárias onde ficava apreciando seus espinhos e sua bola de sementes – o pinhão.
Os meus verões e alguns invernos foram nesta colina, olhando o vai e vem do ônibus.
De noite recebia a visita de inúmeros vaga-lumes e grilos que faziam uma festa particular junto à varanda da casa. Tinha vezes que ficava com medo e outras literalmente me desligava e me sentia inerte aquela paisagem –era parte dela. O cheiro da relva entrava em meus pulmões e limpava o medo e deixa um traço de saudade, era a certeza que dentro de poucos dias eu não estaria mais ali.
Como diria meu pai era o minuano fazendo a curva no alto da serra fazendo a gente se juntar ao fogão a lenha e zelar junto as estrelas pois estas não mudam de lugar.
O cheiro daquela terra ainda é uma lembrança do lugar onde sonhei e muito plantar a minha casa e ver a minha família crescer.
Hoje o terreno esta a venda o meu sonho perdido no meio dos papeis, a contra gosto. E como um pedaço de mim morto com o fim do sitio da vovó Alice.
Os meus primos aproveitaram aquilo mais que eu e como nunca ficaram longe de tudo que se ama nunca sentiram e nem sentiram a falta que aquela casa me traz.
Foi do alto da colina, de olho aberto pra aquela estrada que me indaguei sobre o porque ali esta se produzindo sapato, pois era o único assunto q falava na radio , era os que meus primos contavam. Não havia muita cosia por ali, a cidade era pequena quase todos se conheciam. Quase todos de origem alemã, sua caras, suas falas seu jeitos, era um universo completamente novo pra mim – carioca, praia, montanha, multietnico,muitas caras muitas cores – mesmo que todo ano aquilo se repetissem sempre era novo.
Foi ali, no meio do quase nada que achei que a indústria um dia poderia dar espaço ao turismo, os verdes, a beleza, ao interior, ao agrobussines e a tudo que aquele povo tinha de melhor pra oferecer que era a sua historia de vida.
Hoje mais de 10 anos depois que meu pai partiu e que minha avó foi fazer companhia a ele, sinto mais do que nunca falta do meu recanto.
O núcleo urbano de Três Coroas é um lugar estranho... há pouco o que fazer, o que alimenta aquele lugar são as festas que os mais velhos preferem não ir e os bailes kerbes ....
Mas ainda assim sonho como a minha casa no pé da serra gaúcha com direito a chocolate quente vinho e um bom chimarrão.
Se um dia me torno gaúcha, acho que não tem horas que da vontade de correr de braços abertos na beira da praia de encontro ao mar e me sentir parte do mundo Rio de Janeiro de ser.
A minha avó sabia todos os horários dos ônibus que viam de Porto alegre e os ficava cantando junto ao som do radio que “pegava” varias freqüências de ondas. Era assim que a noticia chegava lá.
Bem o vizinho mais perto ficava a uns 15 minutos andando na estrada de terra que passava no vilarejo de Moreira, que abriga um orfanato, um cemitério e uma igreja, todos da comunidade Luterana do Brasil.
Os rostos das pessoas sempre me pareciam familiar, era como estivesse na minha casa. O sitio era frondoso coberto por arvores frutíferas, com gado, galinha, pato, marreco, porco, cavalo, tinha o rio, a cachoeirinha, a horta e um monte de araucárias onde ficava apreciando seus espinhos e sua bola de sementes – o pinhão.
Os meus verões e alguns invernos foram nesta colina, olhando o vai e vem do ônibus.
De noite recebia a visita de inúmeros vaga-lumes e grilos que faziam uma festa particular junto à varanda da casa. Tinha vezes que ficava com medo e outras literalmente me desligava e me sentia inerte aquela paisagem –era parte dela. O cheiro da relva entrava em meus pulmões e limpava o medo e deixa um traço de saudade, era a certeza que dentro de poucos dias eu não estaria mais ali.
Como diria meu pai era o minuano fazendo a curva no alto da serra fazendo a gente se juntar ao fogão a lenha e zelar junto as estrelas pois estas não mudam de lugar.
O cheiro daquela terra ainda é uma lembrança do lugar onde sonhei e muito plantar a minha casa e ver a minha família crescer.
Hoje o terreno esta a venda o meu sonho perdido no meio dos papeis, a contra gosto. E como um pedaço de mim morto com o fim do sitio da vovó Alice.
Os meus primos aproveitaram aquilo mais que eu e como nunca ficaram longe de tudo que se ama nunca sentiram e nem sentiram a falta que aquela casa me traz.
Foi do alto da colina, de olho aberto pra aquela estrada que me indaguei sobre o porque ali esta se produzindo sapato, pois era o único assunto q falava na radio , era os que meus primos contavam. Não havia muita cosia por ali, a cidade era pequena quase todos se conheciam. Quase todos de origem alemã, sua caras, suas falas seu jeitos, era um universo completamente novo pra mim – carioca, praia, montanha, multietnico,muitas caras muitas cores – mesmo que todo ano aquilo se repetissem sempre era novo.
Foi ali, no meio do quase nada que achei que a indústria um dia poderia dar espaço ao turismo, os verdes, a beleza, ao interior, ao agrobussines e a tudo que aquele povo tinha de melhor pra oferecer que era a sua historia de vida.
Hoje mais de 10 anos depois que meu pai partiu e que minha avó foi fazer companhia a ele, sinto mais do que nunca falta do meu recanto.
O núcleo urbano de Três Coroas é um lugar estranho... há pouco o que fazer, o que alimenta aquele lugar são as festas que os mais velhos preferem não ir e os bailes kerbes ....
Mas ainda assim sonho como a minha casa no pé da serra gaúcha com direito a chocolate quente vinho e um bom chimarrão.
Se um dia me torno gaúcha, acho que não tem horas que da vontade de correr de braços abertos na beira da praia de encontro ao mar e me sentir parte do mundo Rio de Janeiro de ser.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Monografia
Prefácio:
Antes de tudo agradeço a Deus por tudo que me proporcionou até aqui.
Aos meus avós por terem me mostrado como podemos envelhecer continuando jovens.
Ao meu pai que se aqui estivesse estaria orgulhoso e ao mesmo tempo aborrecido por demorado tanto tempo nesta excursão.
A minha mãe que neste ultimos anos tem necessitado muito mais de mim que eu dela e por ela me ouvir mesmo sem não entender quase nada do que digo cientificamente.
Aos anos de faculdade que foram longos mas que foram muito muito bons, pois me proporcionou experimentar outras ciências que não só a Geográfica, mas como a Artes e Física.
Aos meus amigos da Casa da Ciência onde aprendi amadurecer ideias e sonhos, construir e desconstruir conhecimentos, a entender a etica cientifica,`a não manutenção da ordem planetaria e o poder de unir arte e ciência num estaculo - exposição - workshop num único salão da UFRJ.
A turma da Divisão de Assitencia ao Estudante -DAE, que me proporcionou me manter este tempo todo estudando nesta casa.
Aos meus amigos de todos os tempo, mesmo os que acharam que estudava não tinha futuro e os que me apoiaram mesmo sem ter a menor ideia do que estava fazendo.
Ao tempo que se faz agora não é o mesmo que se fez ontem e muito menos o que faz o amanham.
Agora
Hoje é o tempo da construção e observação de tudo que se vive.
A indústria do calçado é o mote para contar a história ou descontruir a geografia do Vale do Paranhana - e apresentar as vistas do municipio de Três Coroas, onde um dia deslumbrei que se todo aquele sistema entrasse em decadencia o que restava era um visual altamente turistico , pautado para um turismo ecologico e agricola.
Bem, mais de cem anos de historia industrial faz da região ser pra uns um Cluster para outros um Arranjo produtivo. Mas o que move esta região são os seus colonizadores de origem alemã que trouxeram de suas viagens as primeiras máquinas e construiram as primeiras fabriquetas. Não importa se começou em Novo Hamburgo ou no antigo Municipio de Mundo Novo - hoje Taquara. Os 62 municipios atuais que compreendem o chamado Vales do Sinos ou Vale do Calçado, foram formados por um processo de emancipação economica do processo de multiplicação fábricas nesta região.
Hoje, exitem municipios com menos de 6 mil habitante, no qual tem sua principal fonte de renda uma unica fabrica filial de uma grande indústria de calçados. Se esta fabrica falir, o que sera deste municipio? Quem são seus trabalhadores? Há um centro urbano para esta população? O que será desta região? Quais podem ser suas vias de reorganização economica?
Estas são alguams perguntas que pretendo responder ao longo do meu trabalho.
Aos geografos o Onde
aos economista as perperctiva de uma outra solução.
Aos colonos que mantenham a tradição do fogão a lenha e do pinhão pois talvez seje o futuro da região .
quinta-feira, 13 de março de 2008
Ao que me cerca
Esta semana tomei um susto- grande- quase pirei com ele. Porém, foi só um susto bem real.
O fato te ainda não ter concluido o meu curso de geografia e ter feito mais de 1 projeto de conclusão final de curso, não me deu no ultimo ano muito incentivo a produzir cientificamente um 3 projeto, para novamente ser recusado diante a uma plateia de doutores. O medo de uma nova recusa e a burocracia universitaria estavam me fazendo imperar sobre as minhas proprias pernas, tive q sofre um grande susto para conseguir me mobilizar ao Fundão e sair da estaca zero.
Contudo o medo de ter outro projeto rejeitado me da impulso em ter outro em baixo do braço falando de outro assunto completamente diferente.... que infelizmente só tenho o contato mais visual que palapavel geograficamente falando....
Mas como diz o ditado é melhor um pássaro na mão que dois voando.
Mas é melhor ter uma ideia escrita e outra já na mente que não ter nenhuma em vista ...
Sei q o tempo que vira sera de brabeira estudantil, mas sera um dos melhores periodos da minha vida. Acontecera um pouco de tudo mas sera altamente recompensavel.
A Barra esta no foco de um 4 projeto academico, os Sapatos ainda estão em disparada na frente.
Aguardo ao que me cercam a compreensão de algum tempo de ausencia, sera curto, porem necessario.
Contudo estou feliz e estou orando para que torçam por mim e que consiga finalmente ter o meu conhecimento reconhecido.
inté!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Outra vez Barra da Tijuca...
Estou ausente desta casa aquase um mês ... mas esta tudo em Paz.
O carnaval já passou e as lojas estão repletas de chocolate pra Páscoa. Quantos são os que lebram o significado da Páscoa?
Eu hj não vou entrar neste merito.
O significado da Morte para nos redimir de nossos pecados e obtenção de salvação eterna aqueles q Nele Crêr!
Continuamos cegos de olhos abertos diante de tudo que experimentamos.
_____________________________________________________________
Todo os dias quando chego ao meu trabalho vejo uma imensa obra, no meio de uma avenida , no centro de um largo ou praça. ENORME! Repleta de guindastes, "carvalhões", guindastes magiros, muitos caminhões e muitos homens de macacões laranja e capacete branco trabalhando. Tem dias que lembra um enorme navio sendo construido fora do mar, longe do cais.
Para mim já é um enorme navio branco, no meio de uma das prinicpais arterais da Barra da Tijuca; atrapalhando a "navegação"dos olhos dos motoristas e das pessoas que ainda buscavam ver a Praia, que ficava ali adiante...
O Navio branco é uma obra da prefeitura, com arquitetura europeia, fora dos padrões urbansitico do Rio de Janeiro, longe de quase tudo, com uma função pra lá de duvidosa, com o mesmo uso do Teatro Municipal. Séra que esta obra é valida?
Contudo, ela esta sendo erguida com o dinheiro publico e onde poucos poderam usufruir. Seu dificil acesso, sua localização mal planejada, seu design duvidoso, com uso "restrito" a uma demanda especifica que não é de consenso comum ....
Fica aqui a minha questão: A quem será a cidade da música se não ao mar de vazio fonografico e longe de estar seguro junto a um cais onde musicos e ouvintes poderam realmente aprender musica e ouvi-la com consciencia?
Ela é um navio branco ancorado no meio do "mar" da Barra da Tijuca e esta fadado a encalhar antes mesmo que os seus proprositos possam mudar de direção .
Ainda há quem diga que será algo maravilhoso para os cariocas, que nem saem mais de casa por conta da violência urbana. Qual é a maior violência, as das balas das armas ou do roubo de dinheiro publico - mal investido ????
Que vivam muito bem os novos emergentes cariocas e brasileiros que vivem na Barra da Tijuca que teram mais um espaço de lazer sem precisar ir ao longinquo Centro da Cidade...
Parabéns ao Prefeito Cesar Maia.
O carnaval já passou e as lojas estão repletas de chocolate pra Páscoa. Quantos são os que lebram o significado da Páscoa?
Eu hj não vou entrar neste merito.
O significado da Morte para nos redimir de nossos pecados e obtenção de salvação eterna aqueles q Nele Crêr!
Continuamos cegos de olhos abertos diante de tudo que experimentamos.
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Todo os dias quando chego ao meu trabalho vejo uma imensa obra, no meio de uma avenida , no centro de um largo ou praça. ENORME! Repleta de guindastes, "carvalhões", guindastes magiros, muitos caminhões e muitos homens de macacões laranja e capacete branco trabalhando. Tem dias que lembra um enorme navio sendo construido fora do mar, longe do cais.
Para mim já é um enorme navio branco, no meio de uma das prinicpais arterais da Barra da Tijuca; atrapalhando a "navegação"dos olhos dos motoristas e das pessoas que ainda buscavam ver a Praia, que ficava ali adiante...
O Navio branco é uma obra da prefeitura, com arquitetura europeia, fora dos padrões urbansitico do Rio de Janeiro, longe de quase tudo, com uma função pra lá de duvidosa, com o mesmo uso do Teatro Municipal. Séra que esta obra é valida?
Contudo, ela esta sendo erguida com o dinheiro publico e onde poucos poderam usufruir. Seu dificil acesso, sua localização mal planejada, seu design duvidoso, com uso "restrito" a uma demanda especifica que não é de consenso comum ....
Fica aqui a minha questão: A quem será a cidade da música se não ao mar de vazio fonografico e longe de estar seguro junto a um cais onde musicos e ouvintes poderam realmente aprender musica e ouvi-la com consciencia?
Ela é um navio branco ancorado no meio do "mar" da Barra da Tijuca e esta fadado a encalhar antes mesmo que os seus proprositos possam mudar de direção .
Ainda há quem diga que será algo maravilhoso para os cariocas, que nem saem mais de casa por conta da violência urbana. Qual é a maior violência, as das balas das armas ou do roubo de dinheiro publico - mal investido ????
Que vivam muito bem os novos emergentes cariocas e brasileiros que vivem na Barra da Tijuca que teram mais um espaço de lazer sem precisar ir ao longinquo Centro da Cidade...
Parabéns ao Prefeito Cesar Maia.
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