Antes que os usuários de hospital dia se sintam ofendidos, o caso não tem nada haver com vocês; mas com as pessoas em geral.
Hoje a minha mãe veio me contar que dentro do teatro um senhor resolver tirar os sapatos e as meias para assistir o espetáculo, até ai nada de mais, contudo o individuo tinha um chulé de matar um. Vê se tem cabimento isso?
Amigo da minha mãe conta que foi a Pedra Bonita sozinho - que já é arriscado por mais fácil que seja a tal caminhada - e lá encontra outro louco caminhando sozinho porém um Alemão....
Daí penso que neste mundo só tem doido, uns mais e outros menos.
Uns surtam de um jeito mais exagerado, outros surtam de maneira comedidas e outros ainda dizem que nunca surtaram em nada.
Não poso dizer que nunca cometi as minhas presepadas, mas informo que sempre tentei ser de maneira contida. Tenho uma gargalhada de assustar qualquer criancinha desavisada, mas tento em vão segura-la na garganta e quanto mais prendo pior ela fica.... Vai entender??
Pior é o meu soluço - parece um sapo na garganta.... já passei cada vexame por conta disso e as coisas que fiz para me livrar do bendito são alvos de pura gargalhada , pois água, sustos, prender a respiração, contar até dez, pular, tem horas que nada disso faz o tal soluço passar e a cada outro aumenta o desespero para que acabe logo.
Temos ações que são completamente loucas e ensandecidas que muitas vezes quando nos damos conta temos que rir de nós mesmos. Não adianta ter vergonha de nós, porém exigimos um minimo de respeito para com o outro, até porque ninguém é obrigado a sentir o chulé do outro...
Tem horas que quero fugir deste mundo creu porque ele tem sido frio triste desleixado..... mas daí vem outras tantas ideias que logo aborto esta ideia de sumir. Surto por não poder mover o mundo e perceber que ele me move, contudo o movo quando tomo ações que beneficia a todos .....
Complicado.
Somos todos um tanto loucos por nossas vidas ora mais ora menos. Mas sempre somos apaixonados pela vida nem que seja a vida alheia.
Contos, Fatos e Histórias de quem as escreve. Imagens do dia-a-dia. Relatos sobre o mundo hoje. Um pouco de tudo.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
Dia dos pais
Sua foto está exposta na sala, em moldura unica.
Ganhou parte da parede.
Ainda tenho foto na moldura misturada com outras ...
Sim sei que já deveria ter-la removido.
Mas faltou tempo para revelar novas
Lá fora alguém escuta Legião.
Hoje passaste o dia com seus filhos e seu pai.
E logo a minha memoria deveria falhar para isso também
insiste em tocar na raiva que ainda tenho
E a ansiedade de correr para os braços do meu pai.
Quanta falta já senti
Quanta são as alegrias que revivo em minha mente
Está fazendo um tempo confortável,
Enquanto é desconfortável teimar me ver.
Sabe o tempo é senhor das dores e das causas humanas, traz paz e esperança a cada desenlace que se dá....
No meio da minha saudade, só cabe saudade do amor, do bem e da alegria.
As magoas se foram como a tempestade que arrebenta e destrói tudo
para num segundo tempo refazer e nascer.
Lembrei de Hannah...
E se o tempo ainda me favorecer ainda terei boas lembranças dela.
Assim como sinto saudade da floresta e das historias e lembro com satisfação e saciedade de vida.
Saciedade....sentir se pleno no viver.
Aos pais ao dia de hj sintam-se saciados pela vida como protetor e construtor de suas famílias - não importando como elas são - que vejam nos seus filhos mostra da força da geração de vida quão parte sua é.
Admirem seus filhos e sintam-se admirados por eles - buscando em vós espelho e resposta para seus passos.
Ganhou parte da parede.
Ainda tenho foto na moldura misturada com outras ...
Sim sei que já deveria ter-la removido.
Mas faltou tempo para revelar novas
Lá fora alguém escuta Legião.
Hoje passaste o dia com seus filhos e seu pai.
E logo a minha memoria deveria falhar para isso também
insiste em tocar na raiva que ainda tenho
E a ansiedade de correr para os braços do meu pai.
Quanta falta já senti
Quanta são as alegrias que revivo em minha mente
Está fazendo um tempo confortável,
Enquanto é desconfortável teimar me ver.
Sabe o tempo é senhor das dores e das causas humanas, traz paz e esperança a cada desenlace que se dá....
No meio da minha saudade, só cabe saudade do amor, do bem e da alegria.
As magoas se foram como a tempestade que arrebenta e destrói tudo
para num segundo tempo refazer e nascer.
Lembrei de Hannah...
E se o tempo ainda me favorecer ainda terei boas lembranças dela.
Assim como sinto saudade da floresta e das historias e lembro com satisfação e saciedade de vida.
Saciedade....sentir se pleno no viver.
Aos pais ao dia de hj sintam-se saciados pela vida como protetor e construtor de suas famílias - não importando como elas são - que vejam nos seus filhos mostra da força da geração de vida quão parte sua é.
Admirem seus filhos e sintam-se admirados por eles - buscando em vós espelho e resposta para seus passos.
domingo, 7 de agosto de 2011
Praia de Guaratiba
Ontem o dia estava lindo, solar claro e radiante.
Ganhei de presente uma longa caminhada com belíssimas imagens da cidade depois do Recreio. As praias que se escondem da cidade, porque as montanhas as recobrem e as protegem do assédio da especulação imobiliária ainda, contudo não impedem que os homens deixem lixo e marquem com pixações as rochas - como forma de dizer que passaram por ali.
Ganhei de presente uma longa caminhada com belíssimas imagens da cidade depois do Recreio. As praias que se escondem da cidade, porque as montanhas as recobrem e as protegem do assédio da especulação imobiliária ainda, contudo não impedem que os homens deixem lixo e marquem com pixações as rochas - como forma de dizer que passaram por ali.
O mapa do lugar lindo
sábado, 6 de agosto de 2011
Cidades artificiais
Lembro que quando postei o texto sobre a Barra da Tijuca sofri varias retalhações sobre a questão da cidade de plastico sem continuidade com o restante da cidade. Fato hoje a Barra cresceu imensamente em direção ao Recreio e a Pedra de Guaratiba. Quem se lembra destes bairros no cenário carioca há 20 anos atras? Sabe muito bem quanto tudo mudou - quantos são os inúmeros condomínios de luxo que afastam as belezas naturais do lugar e por conseguinte também a destrói.
Atualizando esta discussão o Blog Veneza - revista de arquitetura, traz um texto sobre a Cidade Jardim - que assim como foi construído em São Paulo também esta sendo erguida na Barra da Tijuca com os mesmos padrões e moldes - com a mesma ideia de cidade artificial idealizada para uma classe emergente que perdeu o seu direito a cidade (?).
Segue o link:
http://revistaveneza.wordpress.com/2011/08/01/muito-alem-do-estilo/
E ai vocês defensores deste modelo segregatório, permitindo uma cidade pra lá multipartida, para onde as avenidas são pista de corrida.....
Atualizando esta discussão o Blog Veneza - revista de arquitetura, traz um texto sobre a Cidade Jardim - que assim como foi construído em São Paulo também esta sendo erguida na Barra da Tijuca com os mesmos padrões e moldes - com a mesma ideia de cidade artificial idealizada para uma classe emergente que perdeu o seu direito a cidade (?).
Segue o link:
http://revistaveneza.wordpress.com/2011/08/01/muito-alem-do-estilo/
E ai vocês defensores deste modelo segregatório, permitindo uma cidade pra lá multipartida, para onde as avenidas são pista de corrida.....
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Meu estranho Rio que vive nas manchetes de jornais
No meio de tantas músicas tenho buscado me encontrar, mas acho que só tenho me perdido. Entre uma melodia e outra penso na cidade que vivo, nas confusões e atribulações que a tormenta.
O Rio de Janeiro andou vivendo sobe o medo dos bueiros voadores – que ainda não foram todos sanados, o medo da bala perdida, do crime sem solução, dos furtos casuais, das chuvas de verão, dos engarrafamentos de fim de tarde, são tantos medos que nem sei citar todos.
Durante a minha viajem a Três Coroas, muitos me perguntavam sobre a violência, se tinha medo de andar na rua, se eu via os tiroteios nas ruas, se vivia com medo de sair de casa, se via ou morava dentro de uma comunidade. Ouvi relatos de como viam as favelas no Rio e tive que explicar que não existe um padrão definido ou pré-acabado de favela na cidade.
Também não iria entrar no mérito da discussão sobre a definição técnica sobre favela.
Assustou-me o fato do medo ser maior que a curiosidade em saber se a cidade é realmente bonita, cheia de montanhas, se via os artistas nas ruas (isso me perguntaram também!), se tinha muito movimento ou se era muito grande.... Nada dessas questões mais aprazíveis foram lembradas. De repente achei que morava num campo de guerra ou campo minado onde a única noticia que se tem de fora é a violência, o medo e os problemas das redes subterrâneas de luz e gás, nada mais de bom e legal era noticia ou realmente valoroso.
Alias acho que a Violência já virou moda e em pouco tempo a morte violenta servira de obra de arte. Nada mais será espantoso tudo será banal.
O sexo, as drogas,a violência física espúria, as mutações e transformações físicas já são banais, vende-se e compra-se em qualquer esquina ou botequim e nem precisa sair de Três Coroas pra saber bem disso, até porque a cidade abriga um dos maiores centros de reabilitação de drogados do estado do Rio Grande do Sul; porém ninguém precisa divulgar isso, logo numa cidade que vive do setor industrial coureiro calçadista desde de sua fundação, tem a sede do maior centro budista da America Latina e ainda faz parte do maior campeonato de rafting do Brasil...
O Rio de Janeiro perdeu seu encanto.
O Cristo anda cabisbaixo e o Pão de Açúcar encoberto. A floresta da Tijuca esquecida, assim como o Maciço da Pedra Branca. Os parques e jardins têm perdido espaço para as lan hause em número de freqüentadores, assim com as ruas comerciais para os shoppings – que não muitos nesta cidade – e quem sabe em breve tudo será quase virtual (?).
Se futuro desastroso não espanta, porque a violência deveria causar medo?
A morte causa medo
A morte sem anuncio de jornal causa medo.
Compra e se vende ora violência ora futebol. Hoje por milagre na capa de um grande jornal da cidade vi uma foto da Praça Paris e as suas arvores com tons outonais – linda. Seria este tipo de coisa que gostaria de ver todos os dias na capa dos jornais, é será que isso vende?
Volto a Três Coroas e vejo a cidade limpa organizada pequena, tímida, embircada entre Gramado e Canela e Igrejinha, faz parte da passagem da rota do turismo de inverno gaúcho, contudo só tem duas pousadas, tem indústria mas faltam engenharias de relacionamento entre os outros setores da economia local.
Volto ao Rio e vou ao teatro – com muitas opções – assisto OUTSIDE o musical noir, que me serve de inspiração para falar de violência, desta que compramos sem saber e na nossa necessidade de termos sempre algo novo de ultima geração pois o de ontem já ficou totalmente ultrapassado, onde a morte se torna a ultimo tabu para o absurdo do exagero na expressão da arte, fazendo a própria morte objeto de arte a ser vendido em um espaço de visage qualquer.
O que realmente esperamos é sermos assombrados com algo inesperado e quase nunca ficamos felizes com laços de fitas e fotos dos mesmos lugares.
O Rio de Janeiro andou vivendo sobe o medo dos bueiros voadores – que ainda não foram todos sanados, o medo da bala perdida, do crime sem solução, dos furtos casuais, das chuvas de verão, dos engarrafamentos de fim de tarde, são tantos medos que nem sei citar todos.
Durante a minha viajem a Três Coroas, muitos me perguntavam sobre a violência, se tinha medo de andar na rua, se eu via os tiroteios nas ruas, se vivia com medo de sair de casa, se via ou morava dentro de uma comunidade. Ouvi relatos de como viam as favelas no Rio e tive que explicar que não existe um padrão definido ou pré-acabado de favela na cidade.
Também não iria entrar no mérito da discussão sobre a definição técnica sobre favela.
Assustou-me o fato do medo ser maior que a curiosidade em saber se a cidade é realmente bonita, cheia de montanhas, se via os artistas nas ruas (isso me perguntaram também!), se tinha muito movimento ou se era muito grande.... Nada dessas questões mais aprazíveis foram lembradas. De repente achei que morava num campo de guerra ou campo minado onde a única noticia que se tem de fora é a violência, o medo e os problemas das redes subterrâneas de luz e gás, nada mais de bom e legal era noticia ou realmente valoroso.
Alias acho que a Violência já virou moda e em pouco tempo a morte violenta servira de obra de arte. Nada mais será espantoso tudo será banal.
O sexo, as drogas,a violência física espúria, as mutações e transformações físicas já são banais, vende-se e compra-se em qualquer esquina ou botequim e nem precisa sair de Três Coroas pra saber bem disso, até porque a cidade abriga um dos maiores centros de reabilitação de drogados do estado do Rio Grande do Sul; porém ninguém precisa divulgar isso, logo numa cidade que vive do setor industrial coureiro calçadista desde de sua fundação, tem a sede do maior centro budista da America Latina e ainda faz parte do maior campeonato de rafting do Brasil...
O Rio de Janeiro perdeu seu encanto.
O Cristo anda cabisbaixo e o Pão de Açúcar encoberto. A floresta da Tijuca esquecida, assim como o Maciço da Pedra Branca. Os parques e jardins têm perdido espaço para as lan hause em número de freqüentadores, assim com as ruas comerciais para os shoppings – que não muitos nesta cidade – e quem sabe em breve tudo será quase virtual (?).
Se futuro desastroso não espanta, porque a violência deveria causar medo?
A morte causa medo
A morte sem anuncio de jornal causa medo.
Compra e se vende ora violência ora futebol. Hoje por milagre na capa de um grande jornal da cidade vi uma foto da Praça Paris e as suas arvores com tons outonais – linda. Seria este tipo de coisa que gostaria de ver todos os dias na capa dos jornais, é será que isso vende?
Volto a Três Coroas e vejo a cidade limpa organizada pequena, tímida, embircada entre Gramado e Canela e Igrejinha, faz parte da passagem da rota do turismo de inverno gaúcho, contudo só tem duas pousadas, tem indústria mas faltam engenharias de relacionamento entre os outros setores da economia local.
Volto ao Rio e vou ao teatro – com muitas opções – assisto OUTSIDE o musical noir, que me serve de inspiração para falar de violência, desta que compramos sem saber e na nossa necessidade de termos sempre algo novo de ultima geração pois o de ontem já ficou totalmente ultrapassado, onde a morte se torna a ultimo tabu para o absurdo do exagero na expressão da arte, fazendo a própria morte objeto de arte a ser vendido em um espaço de visage qualquer.
O que realmente esperamos é sermos assombrados com algo inesperado e quase nunca ficamos felizes com laços de fitas e fotos dos mesmos lugares.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Um trem para as estrelas
Um Trem Para as Estrelas
Cazuza
São 7 horas da manhã
Vejo Cristo da janela
O sol já apagou sua luz
E o povo lá embaixo espera
Nas filas dos pontos de ônibus
Procurando aonde ir
São todos seus cicerones
Correm pra não desistir
Dos seus salários de fome
É a esperança que eles tem
Neste filme como extras
Todos querem se dar bem
Num trem pras estrelas
Depois dos navios negreiros
Outras correntezas
Estranho o teu Cristo, Rio
Que olha tão longe, além
Com os braços sempre abertos
Mas sem proteger ninguém
Eu vou forrar as paredes
Do meu quarto de miséria
Com manchetes de jornal
Pra ver que não é nada sério
Eu vou dar o meu desprezo
Pra você que me ensinou
Que a tristeza é uma maneira
Da gente se salvar depois
Num trem pras estrelas
Depois dos navios negreiros
Outras correntezas....
Em tempos musicais, esta é aque tem tocado todos os dias. A volta das ferias e as minhas questões muitas vezes debatem com esta poesia.
Cazuza
São 7 horas da manhã
Vejo Cristo da janela
O sol já apagou sua luz
E o povo lá embaixo espera
Nas filas dos pontos de ônibus
Procurando aonde ir
São todos seus cicerones
Correm pra não desistir
Dos seus salários de fome
É a esperança que eles tem
Neste filme como extras
Todos querem se dar bem
Num trem pras estrelas
Depois dos navios negreiros
Outras correntezas
Estranho o teu Cristo, Rio
Que olha tão longe, além
Com os braços sempre abertos
Mas sem proteger ninguém
Eu vou forrar as paredes
Do meu quarto de miséria
Com manchetes de jornal
Pra ver que não é nada sério
Eu vou dar o meu desprezo
Pra você que me ensinou
Que a tristeza é uma maneira
Da gente se salvar depois
Num trem pras estrelas
Depois dos navios negreiros
Outras correntezas....
Em tempos musicais, esta é aque tem tocado todos os dias. A volta das ferias e as minhas questões muitas vezes debatem com esta poesia.
domingo, 10 de julho de 2011
Mantendo os ares musicais
De repente ficar sozinho pode parecer ruim para muitos. Neste momento ludico da solidão da minha casa posso por o som no ultimo volume e tirar o pó dos velhos cd's do armario e mergulhar na poesia das musicas.
Meu pai sempre que ouvia Legião Urbana comigo pelo rádio de pilha sempre me perguntava se o que ouvia era musica ou poesia. Acho que ele tinha razão em perguntar se era música ou poesia, pois nos acustumamos com a música norte america com refrões que se repetinham a cada quadrinha de verso, criando uma melodia e um verso que fixava na memoria rapidamente.
E eu insisto ouvir poesia, ou musica sem quadrinha ou quando a quadrinha tem alguma mudança que nos faz ficar atento nos verbos pois muda o sentido inicial do verso.
Talvez seja por isso desde que me entendo gosto muito de Legião Urbana - e como suas música perfazem meus momentos de vida e hoje quase sem querer a música inicial desta coletanea musical foi Daniel na cova dos leões e que de alguma forma marca um pouco do meu momento atual.
Tudo que vivo esta a dois passo de mudar tudo de lugar e se me escondo e para no momento certo me exibir sem duvidas do que sou.
Daniel na cova dos Leões.
Aquele gosto amargo do teu corpo
Ficou na minha boca por mais tempo:
De amargo e então salgado ficou doce,
Assim que o teu cheiro forte e lento
Fez casa nos meus braços e ainda leve
E forte e cego e tenso fez saber
Que ainda era muito e muito pouco.
Faço nosso o meu segredo mais sincero
E desafio o institnto dissonante.
A insegurança não me ataca quando erro
E o teu momento passa a ser o meu instante.
E o teu medo de ter medo de ter medo
Não faz da minha força confusão:
Teu corpo é o meu espelho e em ti navego
E sei que tua correnteza não tem direção.
Mas, tão certo quanto o erro de ser barco
A motor e institr em usar os remos,
É o mal que a água faz, quando se afoga
E o salva vidas não está lá porque não vemos.
Acrilic on canvas
( só trechos)
-É saudade então.
E mais uma vez
De voce fiz o desenho mais perfeito que se fez:
Os traços copiei do que não aconteceu.
As cores que escolhi, entre as tintas que inventei,
Misturei com a promessa que nós dois nunca fizemos
De um dia sermos três.
Trabalhei voce em luz e sombra(....)
(...)Era sempre :
-Não foi por mal. Eu juro que que não foi por mal.
Eu não queria te machucar você: prometo que isso nunca vai
Acontecer mais uma vez
E era sempre , sempre o mesmo novamente - A mesma traição.
Ás vezes é dificl esquecer:
sinto muito, ela não mora mais aqui.
Mas então porque eu finjo que acredito no que invento?
Nada disso aconteceu assim - não foi desse jeito.
Ninguem sofreu: é você que provoca essa saudade vazia
Tentando pintar essas flores com o nome
De "amor-perfeito" e "não te esqueças de mim".
Nunca te esqueças de mim....
Não esquecemos dos nossos amores e paixões mas as guardamos em grandes armarios com chaves e tentamos nos afastar de tudo quer significava luz e energia progessiva que aquilo nos fazia. Refazendo novas telas e esperanças daquilo que ainda não aconteceu e o mundo fica mais iluminado dentro de nós.
Legal que as duas poesia se encontram no mesmo album o DOIS, o mesmo de Eduardo e Monica e Indios. Talvez seja um dos albuns mais romanticos do Legião e depois o triste Tempestade, mas este tem um ar mais solar apesar de mostrar o fim mostra com tom mais agressivo apaixanado.
As musicas não falam de solidão direta mas construida na percepção do fim.
Os sambas falam que a solidão é disilusão, tristeza e dor pela ausencia e consequencia do fim dos relacionamento. A solidão do monge não há tristeza mas construção de si pra si e para o mundo que o individuo vive.
Então vivamos mais !
Meu pai sempre que ouvia Legião Urbana comigo pelo rádio de pilha sempre me perguntava se o que ouvia era musica ou poesia. Acho que ele tinha razão em perguntar se era música ou poesia, pois nos acustumamos com a música norte america com refrões que se repetinham a cada quadrinha de verso, criando uma melodia e um verso que fixava na memoria rapidamente.
E eu insisto ouvir poesia, ou musica sem quadrinha ou quando a quadrinha tem alguma mudança que nos faz ficar atento nos verbos pois muda o sentido inicial do verso.
Talvez seja por isso desde que me entendo gosto muito de Legião Urbana - e como suas música perfazem meus momentos de vida e hoje quase sem querer a música inicial desta coletanea musical foi Daniel na cova dos leões e que de alguma forma marca um pouco do meu momento atual.
Tudo que vivo esta a dois passo de mudar tudo de lugar e se me escondo e para no momento certo me exibir sem duvidas do que sou.
Daniel na cova dos Leões.
Aquele gosto amargo do teu corpo
Ficou na minha boca por mais tempo:
De amargo e então salgado ficou doce,
Assim que o teu cheiro forte e lento
Fez casa nos meus braços e ainda leve
E forte e cego e tenso fez saber
Que ainda era muito e muito pouco.
Faço nosso o meu segredo mais sincero
E desafio o institnto dissonante.
A insegurança não me ataca quando erro
E o teu momento passa a ser o meu instante.
E o teu medo de ter medo de ter medo
Não faz da minha força confusão:
Teu corpo é o meu espelho e em ti navego
E sei que tua correnteza não tem direção.
Mas, tão certo quanto o erro de ser barco
A motor e institr em usar os remos,
É o mal que a água faz, quando se afoga
E o salva vidas não está lá porque não vemos.
Acrilic on canvas
( só trechos)
-É saudade então.
E mais uma vez
De voce fiz o desenho mais perfeito que se fez:
Os traços copiei do que não aconteceu.
As cores que escolhi, entre as tintas que inventei,
Misturei com a promessa que nós dois nunca fizemos
De um dia sermos três.
Trabalhei voce em luz e sombra(....)
(...)Era sempre :
-Não foi por mal. Eu juro que que não foi por mal.
Eu não queria te machucar você: prometo que isso nunca vai
Acontecer mais uma vez
E era sempre , sempre o mesmo novamente - A mesma traição.
Ás vezes é dificl esquecer:
sinto muito, ela não mora mais aqui.
Mas então porque eu finjo que acredito no que invento?
Nada disso aconteceu assim - não foi desse jeito.
Ninguem sofreu: é você que provoca essa saudade vazia
Tentando pintar essas flores com o nome
De "amor-perfeito" e "não te esqueças de mim".
Nunca te esqueças de mim....
Não esquecemos dos nossos amores e paixões mas as guardamos em grandes armarios com chaves e tentamos nos afastar de tudo quer significava luz e energia progessiva que aquilo nos fazia. Refazendo novas telas e esperanças daquilo que ainda não aconteceu e o mundo fica mais iluminado dentro de nós.
Legal que as duas poesia se encontram no mesmo album o DOIS, o mesmo de Eduardo e Monica e Indios. Talvez seja um dos albuns mais romanticos do Legião e depois o triste Tempestade, mas este tem um ar mais solar apesar de mostrar o fim mostra com tom mais agressivo apaixanado.
As musicas não falam de solidão direta mas construida na percepção do fim.
Os sambas falam que a solidão é disilusão, tristeza e dor pela ausencia e consequencia do fim dos relacionamento. A solidão do monge não há tristeza mas construção de si pra si e para o mundo que o individuo vive.
Então vivamos mais !
domingo, 3 de julho de 2011
Esperanças de novos sonhos
Hoje me deparei que guardei varias cartas que escrevi para o ser amado, muitas questionando sua quietude, seu humor, sua distancia e a minha tristeza por não saber como faze-lo dizer o que se passava em sua mente e seu coração.
As cartas são lembranças de tempos ruins e de tempos bons também.
As fotos
Os emails
São marcas de uma história e de uma saudade que ainda se faz presente.
Entre uma música e outra lembro de varias coisas que passaram, por vezes mantenho a melodia na mente na tentativa de me afastar de tudo que me fazia estar apaixonada.
Tento um afastamento diario de tudo que fomos nós e no fim do dia me vejo só num misto de tristeza e alivio.
Alimento a mente com ideias que o amanham será trabalho trabalho e trabalho e não terei tempo para meu amor em minha mente - uma mera ilusão - que no meio deste disperdicio de tempo acabo só pensando na mesma coisa de antes.
Há esperanças que surjam novos sonhos e projetos e que estes realmente ocupem todo o espaço que foi deixado por este amor, que ainda amo, mas que insisto calá-lo.
Que este espaço se torne uma praça cercada de arvores frondosas com muitos bancos e algumas mesas para quem sabe num futuro tenha uma porção de pessoas circulando, pois neste momento é so um terreno baldio desprovido de qualquer atrativo ou benece para quem quer seja.
As cartas são lembranças de tempos ruins e de tempos bons também.
As fotos
Os emails
São marcas de uma história e de uma saudade que ainda se faz presente.
Entre uma música e outra lembro de varias coisas que passaram, por vezes mantenho a melodia na mente na tentativa de me afastar de tudo que me fazia estar apaixonada.
Tento um afastamento diario de tudo que fomos nós e no fim do dia me vejo só num misto de tristeza e alivio.
Alimento a mente com ideias que o amanham será trabalho trabalho e trabalho e não terei tempo para meu amor em minha mente - uma mera ilusão - que no meio deste disperdicio de tempo acabo só pensando na mesma coisa de antes.
Há esperanças que surjam novos sonhos e projetos e que estes realmente ocupem todo o espaço que foi deixado por este amor, que ainda amo, mas que insisto calá-lo.
Que este espaço se torne uma praça cercada de arvores frondosas com muitos bancos e algumas mesas para quem sabe num futuro tenha uma porção de pessoas circulando, pois neste momento é so um terreno baldio desprovido de qualquer atrativo ou benece para quem quer seja.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Mais música para tempos ausentes - Gema.
Ando muito musical, perdi na quinta o show do Beto Guedes no BNDES, mas as músicas tem sido sinceras companheiras nestes dias frios de fim de outono e inicio de inverno e que consequentemente tem me envolvido de alegrias e primuras.
Pena que a visita ao MNBA não tenha uma musica erudita para acompanhar a delicadeza das obras - mas deixa que na proxima visita escolherei um repertorio pra ouvir enquanto aprecio a arte nacional.
Estou tecendo amores a Pedro Americo e sua deusa da noite - que aparece em todas as suas telas expostas - quem será a tal a mulher? Não tenho resposta a tal pergunta e dificilmente deveria ser a esposa do mesmo.
Na minha embriaguez divido com vcs uma composição do chatissimo Caetano Veloso, porem na voz da Tereza Cristina esta música é belissima.
Gema
Brilhante, ê
De noite dentro da mata
Na escuridão, luz exata, vejo você
Divina, ê
Diamantina presença
Na solidão de quem pensa só em você
Esquecer não
Revelação
Deixa eu ver
Pedra clarão da floresta
Gema do olho da festa
Deixa eu saber
Meu amor
Dona da minha cabeça
Não, nunca desapareça
Do seu amor
Esquecer não
Me perder não
Estrela, ê
Na taça negra da selva
Gota de luz sobre a relva
Meu bem querer
Lua, sol e
Centro do meu pensamento
Meu canto dentro do vento
Busca você
Esquecer não
Esconder não
Brilhante, ê
Para não deixar o amigo do chatissimo aborrecido deixou outra letra lindinha que eu gostei muito de ouvir.
Minha princesa
Minha princesa,
quanta beleza coube a ti
Minha princesa,
quanta tristeza coube a mim
Na profundeza
O amor cavou
O amor furou tudo no chão
No coração do meu sertão
No meu torrão natal
Meu berço natural
Meu ponto cardeal
Meu açúcar, meu sal
Nossos destinos
Desde meninos dão-se as mãos
Nossos destinos
De pequeninos eram irmãos
E os desatinos
também tivemos que vivê-los bem juntinhos
E os caminhos nos trouxeram
pra esse lugar
A que vamos ficar
Amar viver lutar
Até tudo acabar
Pena que a visita ao MNBA não tenha uma musica erudita para acompanhar a delicadeza das obras - mas deixa que na proxima visita escolherei um repertorio pra ouvir enquanto aprecio a arte nacional.
Estou tecendo amores a Pedro Americo e sua deusa da noite - que aparece em todas as suas telas expostas - quem será a tal a mulher? Não tenho resposta a tal pergunta e dificilmente deveria ser a esposa do mesmo.
Na minha embriaguez divido com vcs uma composição do chatissimo Caetano Veloso, porem na voz da Tereza Cristina esta música é belissima.
Gema
Brilhante, ê
De noite dentro da mata
Na escuridão, luz exata, vejo você
Divina, ê
Diamantina presença
Na solidão de quem pensa só em você
Esquecer não
Revelação
Deixa eu ver
Pedra clarão da floresta
Gema do olho da festa
Deixa eu saber
Meu amor
Dona da minha cabeça
Não, nunca desapareça
Do seu amor
Esquecer não
Me perder não
Estrela, ê
Na taça negra da selva
Gota de luz sobre a relva
Meu bem querer
Lua, sol e
Centro do meu pensamento
Meu canto dentro do vento
Busca você
Esquecer não
Esconder não
Brilhante, ê
Para não deixar o amigo do chatissimo aborrecido deixou outra letra lindinha que eu gostei muito de ouvir.
Minha princesa
Minha princesa,
quanta beleza coube a ti
Minha princesa,
quanta tristeza coube a mim
Na profundeza
O amor cavou
O amor furou tudo no chão
No coração do meu sertão
No meu torrão natal
Meu berço natural
Meu ponto cardeal
Meu açúcar, meu sal
Nossos destinos
Desde meninos dão-se as mãos
Nossos destinos
De pequeninos eram irmãos
E os desatinos
também tivemos que vivê-los bem juntinhos
E os caminhos nos trouxeram
pra esse lugar
A que vamos ficar
Amar viver lutar
Até tudo acabar
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Tempos Escusos
Os dias andam rápidos como vento.
E a dor ainda desatina em meu peito
Enquanto o sol se envai no leito mar
Meus olhos buscam paz num rochedo
Se antes o amor fulgaz atiçava no coração ardente
Hoje fulgura como um corte latente.
E se ainda me pedes que volte
Digo que não
Pois olho pra frente e vejo o verão
Que em breve anuncia uma nova paixão
Se a liberdade condena
Tambem liberta
Se o filho que vai um dia a casa torna
E de tempos em tempos todos os erros serão perdoados
Ou pagos em doses de aprendizado constante
O Deus ama a todos os filhos
e lhes deu livre arbitrio
Concedendo que caminho seguir
Porém lembram os sempre que tudo o que aqui o fizer aqui cumprirar.
Ame e sera amado
ame a si e verá o outro face a face.
Enquanto temo o outro temo a mim
Escolho o meu caminho escuso
porem corajoso
e nele seguirei em frente na confiança do Senhor
tendo sua lanterna e seu manto a acolher
Serei forte e presente diante das atribulações
e tentarei ser humilde diante dos meu erros.
E a dor ainda desatina em meu peito
Enquanto o sol se envai no leito mar
Meus olhos buscam paz num rochedo
Se antes o amor fulgaz atiçava no coração ardente
Hoje fulgura como um corte latente.
E se ainda me pedes que volte
Digo que não
Pois olho pra frente e vejo o verão
Que em breve anuncia uma nova paixão
Se a liberdade condena
Tambem liberta
Se o filho que vai um dia a casa torna
E de tempos em tempos todos os erros serão perdoados
Ou pagos em doses de aprendizado constante
O Deus ama a todos os filhos
e lhes deu livre arbitrio
Concedendo que caminho seguir
Porém lembram os sempre que tudo o que aqui o fizer aqui cumprirar.
Ame e sera amado
ame a si e verá o outro face a face.
Enquanto temo o outro temo a mim
Escolho o meu caminho escuso
porem corajoso
e nele seguirei em frente na confiança do Senhor
tendo sua lanterna e seu manto a acolher
Serei forte e presente diante das atribulações
e tentarei ser humilde diante dos meu erros.
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