sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo!


Felicidade
Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz,
Sentirá o ar sem se mexer,
Sem desejar como antes sempre quis,
Você vai rir... sem perceber,
Felicidade é só questão de ser,
Quando chover... deixar molhar...
Pra receber o sol quando voltar.
Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz,
Se chorar, chorar é vão,
Porque os dias vão pra nunca mais...
Melhor viver meu bem,
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você,
Chorar, sorrir também e depois dançar na chuva
Quando a chuva vem.
Melhor viver meu bem,
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você,
Chorar, sorrir também e dançar,
Dançar na chuva quando a chuva vem.
Tem vez que as coisas pesam mais
Do que a gente acha que pode aguentar,
Nessa hora fique firme pois tudo isso logo vai passar,
Você vai rir... sem perceber...
Felicidade é só questão de ser,
Quando chover... deixar molhar...
Pra receber o sol quando voltar.
Melhor viver meu bem,
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você,
Chorar, sorrir também e depois dançar na chuva
Quando a chuva vem.
Melhor viver meu bem,
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você,
Chorar, sorrir também e dançar,
Dançar na chuva quando a chuva vem.
Dançar na chuva quando a chuva vem.
Dançar na chuva quando a chuva vem.
Dançar na chuva quando a chuva,
Dançar na chuva quando a chuva vem



domingo, 25 de dezembro de 2011

Meu sonho - Alaíde Costa

Se houver chuva de estrelas no meu caminho outra vez
Ninguém mais só eu vou vê-las
Porque ninguém mais ficou
Meu caminho é o caminho
Que você não quis seguir
O meu sonho é mesmo sonho que você não visitou
Eu tentei chegar bem perto daquilo que você quis
Pois acho que estar bem certo de fazer você feliz
Mas você seguiu o sol e se esqueceu das estrelas
Eu me perpetuei por muito para jamais não perdê-las.

Meu caminho é o caminho
Que você não quis seguir
O meu sonho é mesmo sonho que você não visitou
Eu tentei chegar bem perto daquilo que você quis
Pois acho que estar bem certo de fazer você feliz
Mas você seguiu o sol e se esqueceu das estrelas
Eu me perpetuei por muito para jamais não perdê-las

Mas você seguiu o sol e se esqueceu das estrelas


Está música deveria fazer parte de uma outra postagem aqui, mas no tempo dela não consegui encontra nem para ouvir novamente a música e muito menos a letra para reproduzir aqui. A poesia é triste, como andava meu coração no tempo da canção.

Hoje o tempo é outro e meu coração já não anda tão soturno e agradeço que teve o dia que a pessoa que quiz ver tão feliz esqueceu de ver as estrelas e a luz que anda ao seu lado. 
Certo que o coração já canta outras canções de amor mais bem feliz, mesmo ainda andando sozinho, sonha com uma nova chuva de estrelas e um alguém para dividir o caminho e contar as luzes da noite.

obs.: Agradecimento especial ao meu novo amigo por me enviar a canção e poder dividir. 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

REFLEXÃO DE NATAL - Música para encantar - Dançando e Exato Momento.

Dançando
Projeto Agridoce (Pitty e Martin)

Eu sei que lá no fundo
Há tanta beleza no mundo
Eu só queria enxergar
As tardes de domingo
O dia me sorrindo
Eu só queria enxergar

Qualquer coisa pra domar o peito em fogo.
Algo pra justificar uma vida morna.

Se o mundo acabar hoje e eu estarei dançando
Se o mundo acabar hoje e eu estarei dançando
Se o mundo acabar hoje e eu estarei dançando com você (2x)

Não esqueço aquela esquina
A graça da menina
Eu só queria enxergar
Por isso eu me entrego
A um imediatismo cego
Pronta pro mundo acabar

Você acredita no depois ?
Prefiro o agora.
Se no fim formos só nós dois, Que seja lá fora

Se o mundo acabar hoje e eu estarei dançando
Se o mundo acabar hoje e eu estarei dançando
Se o mundo acabar hoje e eu estarei dançando com você (2x)


Exato Momento
Zé Roberto

O amor precisa da sorte
De um trato certo com o tempo
Pra que o momento do encontro
Seja pra dois o exato momento

O amor precisa de sol
Ou do barulho da chuva
De beijos desesperados
De sonhos trocados,
Da ausência de culpa

Talvez o amor só seja assim pra mim,
E pra você não seja nada disso.
Mas eu prometo tentar,
Aprender a te amar,
Do jeito que dor preciso.

Mas se o amor quiser
Mudar as leis do que é certo
Ele faz que o improvável aconteça
Quando o amor vier
Não tema tenha fé
Ele encherá seu olhar de esplendor e beleza.


Já é quase véspera de Natal e antes que esqueça dos votos de felicidades extremas e da imensidão de carinhos trocados, está mais que na hora de desejar aos que me acompanham uma noite luminosa de amor e alegrias; que os sonhos e desejos feitos ao longo do ano tenham sido realizados e que a paz faça parte contante de nossas vidas.
Normalmente é um momento para refletirmos o que vivemos durante um determinado período, reintegrar sonhos e desejos contidos, também de relembrar amigos e amores vividos. Também confraternizamos com festas comidas e presentes com os mais próximos como marca do renascimento da vida. ( Tá amanham é solstício de verão e serve para marcar a renovação de um ciclo solar).
Tão logo virá também o ano novo e todas as suas crenças de que tudo pode ser melhor, que os sonhos não realizados neste ultimo ciclo serão enfim concretizados. As ambições de prosperidade e saúde sejam condecoradas com a vitalidade e sucesso.
Enfim, os corações e mentes estarão por dois dias, em 365 dias, tentando acertar os ponteiros para com o amor próprio e o amor ao outro. Tentaram manter acessas suas lampadas de amizade, carinho, respeito, amor e paz por mais um ciclo - ou enquanto as lampadas não queimarem ou faltar energia.

Enquanto tudo isso acontece
Aqueço meu coração com paixões
Inconsequentes 
Na esperança morta que me traga alento
E suspira de ainda poder voltar a viver plenamente
Amores mais que possíveis
Mesmo que só na casa dos sonhos.




sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Um novo tempo

A gente sempre espera neste finais de ano algo novo, como se por milagre algo miraculoso acontecesse e realizasse nossos desejos e sonhos que foram esquecidos ou simplesmente impossibilitados de se realizar.

Sim muitas vezes estes sonhos ou desejos, poderiam ter sido realizados durante o ano se organizássemos melhor nossas finanças e planejasse melhor nossas decisões ou amassemos o que temos.

Raramente estamos satisfeitos com o que temos e muitas vezes esquecemos das pessoas que estão a nossa volta.

Assim começa uma novo ano cheio de esperanças e sonhos para cumprir as metas que no ano anterior não consegui se cumprir...
Tem vezes que penso que não precisa desta contagem de tempo e muito menos promessas de ano novo, o que queremos é o mesmo velho ainda é sempre amor paz e saúde, com alguma dose de resignação. Mas como esquecemos disso acabamos comprando qualquer coisa de R$1,99 para agradar o ego e massagear o consumo imperialista de nossos seres.

Esse texto não é de feliz natal e muito menos de prospero ano novo, mas um ponto de reflexão no meio do turbilhão de coisas que vivencio.

Eu busco um novo tempo. Um tempo que podemos para e ficar olhando o mar e esquecer de tudo. Namorar o mar e as ondas até as vistas cansarem, até o sol mergulhar e depois ressurgir. Um tempo para apreciar os pássaros até eles irem para longe. Um tempo de contemplar a natureza e sentir parte dela integrantes alinhavada com todos os seus componentes e esquecer por um tempo de tudo mais que existe que não tem pressa de existir.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Dias inocuos

Ausente e presente.

Esses dias me fizeram por força maior ficar em casa - torci o pé.
Claro, isso foi dolorido e doloroso. O pé ficou enorme e roxo.

Me obrigou ficar em casa, ver o tempo da janela e a curti as fofocas alheias.
Porém foi bom.

Tudo tem uma razão de ser, mesmo que nunca consigamos entender o seu porque.
Tem dias que somos apenas marionetes na mão do criador, oras instrumentos de amor involuntário.
O que nós faz realmente melhor ou pior que o outro?
A capacidade que cada um tem de amar...

Mesmo que ficar doente me deixasse triste e aborrecida ainda assim fiquei feliz por saber que ainda estou viva.

Sábado dia 19 fui ao Morro do Anhanguera, PNT. Com serração e alguma chuvinha. Um ambiente lindo de serra-pilhagem em meio as árvores.
O tempo úmido e um tanto encoberto não permitiu chegarmos aos nossos objetivos, contudo foi incrível.
Tudo vale apena quando a alma não é pequena.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Eu em eu.

Sinto falta de mim mesma.
Sinto a ausência calma e perplexa da minha essência
Meu perfume evaporou.
A chuva lava o chão e empossa a minh'alma de atenção.

Enquanto todos buscam nos outros os erros
para deles fazerem reflexão
Tento na força bruta entender meu espelho.
Pois já com carinho ele não me responde nada.

Sou eu no meio das minhas emoções e das minhas razões
Sou a montanha e água.
Tanto imponente quanto forte
Tanto fluida e inconstante.
E quando bate o vento mais um pedaço de mim se lasca.
Busco o calor do fogo
Mas vem a chuva e logo tudo se acaba. Vira lama e lodo.

Enquanto ergo o meu sorriso matutino
E a sua vidraça que estilhaça.
E teu pranto que te cala
No meu peito ainda revibra um amor amaldiçoado.

Entre perdas e danos
O que sou
é uma colagem de papel marchê.
______________________________

A montanha e a Chuva - Orlando Morais

Eu queria tanto lhe dizerDa minha solidão, da minha solidezDo tempo que esperei por minha vez,Da nuvem que passou e não choveu...Minhas mãos estão no arComo aeroporto pra você aterrissarTambém sou porto, se quiseres ancorar...Sou ar, sou terra e sou mar.Eu tenho a mão e você tem a luva,Eu sou a montanha e você é a chuvaQue escorre e some no final da curvaE beija o rio, pra abraçar o mar

É por isso que a montanha tem ciúmesQuando o vento leva a chuva pra dançarMuitas vezes tudo acaba em tempestadeRaios gritam sobre a tarde,Tardes dormem ao luar,Anoitece a minha espera,Amanheço a te esperar.. 

domingo, 13 de novembro de 2011

Aqui neste lugar - Sérgio Britto e Negra Li

Ninguém sabe
Quanto cabe pedir
E alguém sabe
Quanto cabe dar
Ninguém sabe
Quando cabe ouvir
E alguém sabe
Quando cabe falar

Meu amor
Será que eu posso perguntar
Quanto amor
Ainda cabe nesse seu olhar

Nós temos um ao outro, o mundo é muito pouco
Temos um ao outro e a noite para inventar
Nós temos um ao outro, o mundo é muito pouco
Temos um ao outro e o dia pode esperar


Ninguém sabe
Quanto cabe insistir
E alguém sabe
O que cabe aceitar
Ninguém sabe
Quando admitir
E alguém sabe
O que cabe negar

Meu amor
Será que eu sei adivinhar
Quanto amor
Ainda cabe aqui neste lugar

Nós temos um ao outro, o mundo é muito pouco
Temos um ao outro e a noite para inventar
Nós temos um ao outro, o mundo é muito pouco
Temos um ao outro e o dia pode esperar


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Domingo : Delicia delicia.

Antes de tudo preciso avisar que a Felicidade existe e ela mora dentro de vc.

A cada passo que damos em direção ao horizonte no encontro com nós mesmos, na certeza da nossa verdadeira vontade, estamos mais perto da felicidade. Ela pode não parecer perfeita mas ela é exata para nós diante daquilo que vivemos.

Antes que reclame que não tinha sol, que não deu praia, que choveu, que ventou; pense está vivo.
Sai depois do almoço, na ansiedade loca de ver ruas, pessoas, coisas, ambientes... Para saciar está sede fui parar no Centro Cultural Banco do Brasil, com desejo de ir ao teatro; mas não foi feito do dia.
Encontro com amigos nos levou a passar horas conversando sobre mundanices diversas, criações, desenhos, abstrações e viajem de todos os tempos.
 A minha sede também era de arte e cultura.
Fomos a Centro cultural dos Correios, vizinho de fundos do CCBB, onde tinha varias outras exposições de arte contemporânea, desde pinturas de arte naif, incluindo instalações de gravura e vídeo, coleções particulares, pintura abstrata e esculturas. Tudo muito show de bola.
Depois de muito ver e discutir - até aquilo que só os meus amigos viam- eu só tentei encontrar.
Assistimos ao show em homenagem de centenário a Nelson Cavaquinho - de graça. A fome nestas horas já batia a tempo e nada de conseguirmos um lugar para comer pela redondeza por conta horas ali, partimos para a Cinelândia. 
Contudo nesta decisão de irmos a Cinelândia, aconteceu um desses fatos de loucos e bizarros que só acontece quando a gente menos espera. Estamos andando na 1º de março quando de repente um grupo de três rapazes meio que param e começam a dançar e cantar assim:
-"Delicia, delicia, assim você me mata!"


Obvio que ficamos todos apavorados, sem saber se corríamos ou pulávamos uns nos outros para sair daquela situação alucinada que se apresentou na nossa frente. Sim continuamos andando como se nada tivesse acontecido, e depois de alguns minutos lembramos que também ocorria um evento de Funk no Largo da Carioca, de onde creio que tenha saído as figuras dançantes em questão depois de já terem bebido o suficiente.
Se este fato não foi suficiente já na Cinelândia, existia um grupo acampado, ligado ao movimento do circo e outras coisinhas. Também havia gente bizarra mas de forma comportada. 
O Fim de dia terminou no Chinês, com pastel e guaraná.
Delicia delicia que talvez possa matar ....
hihihihi
E assim a vida segue.

Obs.: A música em questão é de um sertanejo,  que é cantada por vários grupos de axe e forro, e o evento em que os rapazes saíram era funk. Bom acho que tem mistura demais pra mim.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Teatro - a casa das artes.

De tempo em tempos obedeço ao meu desejo de ir ao teatro.
Tanto pelo encanto mágico da arte através de cortinas e cenários quanto pelo espetáculo que me aguarda dentro de alguns minutos.
Como pode uma arte encantar tanto, refletir tanto, redescobrir tanto, produzir arte aos borbotões, gerar emoções mil, individualizar para agrupar e multiplicar a cena em milhares...
Sim sou apaixonada por esta arte desde de pequena, mesmo sem saber.
Curto mais o teatro que o cinema, talvez por este ultimo ser mais fácil rever quantas vezes quiser em casa e em vídeo.
O teatro não, ele tem o tempo dos atores, tem o tempo da fala, o tempo da luz, o tempo do som quase que dependente do expectador que ali entra com uma ideia na cabeça e sai de lá com outras mil, bombardeando-se das expressões, dos tons, dos movimentos, do texto, do silencio.
A paixão floresceu meio que por acaso trabalhando na coxia, contando cadeiras, contando senhas, redistribuindo assentos, assistindo o espetáculo pelas cortinas e o assistindo várias vezes e vendo que sempre pode ser diferente.
O espetáculo esta na mão do diretor teatral, do coreografo,do cenógrafo,do figurinista, do iluminador, do sonorizador, do maquiador, do diretor do teatro e por ultimo na mão dos atores. Eles entram por ultimo no palco, são eles que darão vida as ideias escritas e coordenadas do diretor.
O espetáculo começa.
xiiiiiiii!!!! Silêncio!!!!
Desliguem seus aparelhos sonoros e bom espetáculo.


Passa o tempo, seus olhos e ouvidos estão submersos naquele universo que se produziu, você já foi convidado a fazer parte de outra realidade, que por mais fantasiosa que fosse trouxe consigo alegria emoções  tristeza raiva compaixão dilemas e perguntas, gargalhadas fartas e a sensação de renovação.
Talvez eu não seja muito fã de comédias tipo stand up e coisas do gênero, mas pra quem não entende nada  pode ser um bom começo rindo das coisas idiotas do dia a dia.

A ultima peça que assisti foi Avó Mãe Filha e Puta, um 'meio' monólogo porém adorável falando de forma serena e franca sobre a questão da profissão mais antiga que se tem noticia. Sai da sala com mais questões do que entrei. Isso é sinal que mexeu comigo.
Depois disso assisti um espetáculo de dança, muito bonito mas porém não me trouxe tantas perguntas além da constatação do que me foi mostrado. Perfeito em tudo, porém para mim ficou um vazio..... como explicar isso?

Acho que devo voltar a olha a arte como meu sorriso - algo que me agrada a doar e mais ainda experimentar.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A rainha da Ilha das Nevoas - Aleta

Tá o titulo parece incomodo, mas se trata da minha personagem predileta. Fato que ela não faz parte das rodas de noticiários e das tirinhas de jornal, também não faz parta dos DCS e da Marvel, mas ela é sem duvida uma Senhora Rainha.
Se alguém conhece sua história sabe que ela coadjuvante principal de tal príncipe, que da nome a saga e toda linha de livros, gibis e tirinhas e parte do universo da Távola Redonda, se trata do Principe Valente - seu algoz a seu marido. Levou cinco anos em tirinhas para que os dois de fato se casassem numa cerimonia no meio da floresta com destronados de seus reinos.
Este amor deu frutos lindos o pequeno Arn e as duas gêmeas (que neste momento me falta os nomes).
O Príncipe a faz cativa e a arrastou acorrentada pelo deserto e a fez passar por todas as sua desventuras até provara pra si mesmo que a amava e que ela não era uma feiticeira cruel como a julgava.
Se o amor é feitiço tudo nesta vida é passe de mágica.
Seguindo esta alegoria que divido aqui outra  imagem destes personagens:
A dupla é perfeita em aventuras e emoções. Deste que li o primeiro livro da saga no auge dos meus 12 anos tenho verdadeira paixão por estes personagens. As histórias são do príncipe mas a Rainha ganha a cena a partir do terceiro volume da saga e vai de tempos em tempos moldando um pouco o temperamento guerreiro do príncipe fazendo que de tempos em tempos ele volte sempre pra casa como um porto seguro. Também é fato que algumas vezes ela o acompanha nestas aventuras e outras ela é a protagonista principalmente quando se trata dos mandos do seu reinado na Ilha das Nevoas.
Ela não é a protagonista e nem antagonista da história mas é ela que comanda o coração do príncipe.

Nota: a primeira imagem é do volume três- primeira vista de rosto da rainha para o publico. A segunda é abertura do volume dezessei falando do príncipe do seculo XX .
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